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| Descerramento da placa e da foto pelos seus filhos Sergio e Ivan |
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| Da esquerda pra direita: Maria Cecilia, Rosa, Ana Margarida, Dirce, Sergio, Fiuza e Ivan |
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| Da esquerda pra direita: Trovador, Glacilda, Ana Margarida, Marco Antônio, Denise, ? , Silvia. |
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| Ana Margarida, Fiuza, Margarida e trovadores |
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| Da Direita pra Esquerda: Ana Margarida, Margarida, Fiuza e filhos |
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| Mesa de lanche |
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| Ana Margarida sendo homenageada pelo Instituto Clemente Ferreira |
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| Mesa de homenagens ao Rosemberg |
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| Foto e placa comemorativas |
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| Fardão de professor titular |
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| Painel de fotos |
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| Álbum de fotografias do Rosemberg |
Introdução à aula ministrada pela Dra. Ana Margarida Furtado Arruda Rosemberg no
auditório do Instituto Clemente Ferreira, em São Paulo, no dia 25 de novembro
de 2009, como parte das comemorações alusivas ao centenário de nascimento de
José Rosemberg
Meu cordial Bom Dia!
Em primeiro lugar quero agradecer a
todos vocês que vieram reverenciar a memória de José Rosemberg, principalmente,
seus familiares aqui presentes, seus amigos e convidados especiais.
Quero agradecer e me congratular com
o Instituto Clemente Ferreira, através de seu diretor, Dr. Fernando Fiuza; com
a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, através da Dra. Clelia Maria
Sarmento de Souza Aranda, coordenadora da CCD e da Dra. Maria Cristina Megid,
diretora Técnica do CVS; com a Sociedade Beneficente Clemente Ferreira, através
de seu presidente, Dr. Fausto Cestari, que, irmanados, em um justo preito de gratidão, rendem
homenagem a José Rosemberg.
Agradeço a todos que contribuíram
para o brilhantismo deste momento, especialmente, à Dra. Denise Rodrigues pela
coordenação do mesmo e por não ter medido esforços para realizá-lo; ao Dr.
Marco Antônio de Moraes pelo seu toque dando um colorido especial à exposição.
Agradeço e me congratulo com os Drs. Fernado Fiuza, Jorge Afiune e Marco
Antônio de Moraes, pelas brilhantes palavras proferidas nesta manhã.
As homenagens
póstumas comemorativas que aqui se desenrolam e o calor afetivo que as envolve
são a demonstração de quanto foi relevante o ideal deste médico humanitário
que, durante sua longa e profícua existência, nunca se afastou do combate à
tuberculose e ao tabagismo, dois terríveis flagelos que a humanidade ainda
enfrenta.
Com simplicidade, sabedoria e,
sobretudo, paixão, ele lutou contra a morte, escreveu com heroísmo uma das mais
belas páginas da medicina brasileira e, assim, transformou-se em um símbolo
nacional. Hoje, após 100 anos de seu nascimento, Rosemberg continua merecedor da gratidão e admiração
não só dos que aqui estão, mas de todos os brasileiros.
Gostaria de
iniciar minha apresentação, como meu tio Luiz no cinquentenário do Jesuitas, em
Baturité, reportando-me ao Padre José de Anchieta que, em 1563, nas areias de
Iperuí, ao rabiscar um poema dedicado à Virgem Maria, escreveu em latim:
Eloquar an Silean? Devo falar ou manter-me calado?
Como Anchieta, também, me questiono:
Devo ou não falar? Talvez a segunda opção seja a mais aconselhável, pois para
mim é tarefa difícil, para não dizer impossível, homenagear Rosemberg, como ele merece.. Evocando o pretérito, narrarei,
apenas, alguns fatos de sua vida pessoal que se desenrolaram outrora, nos
velhos tempos, e que me pareceram dignos deste relato.
Esta manhã é para mim de nostalgia, pois
sinto uma infinita e devastadora saudade. No entanto, paradoxalmente, sinto uma grata alegria
e satisfação de estar aqui com vocês reverenciando a memória de José Rosemberg
no seu centenário de nascimento.
Ana Margarida Furtado
Arruda Rosemberg São Paulo, 25 de novembro de 2009