Em Paris, a Igreja Saint-Étienne-du-Mont, localizada no Quartier Latin, na montanha Sainte-Geneviève, perto do Panteão, é uma das mais belas da cidade-luz, com seu gótico flamejante. Foi construída entre 1494 e 1624.
Seu Coro-Alto é um tesouro arquitetônico esplendoroso.
A Igreja ficou famosa depois que Woody Allen filmou algumas cenas do filme "Meia-Noite em Paris" em suas escadarias.
Transcrição da Placa que marca o local de residência de Hemingway, em Paris.
De janeiro de 1922 a agosto de 1923, viveu no terceiro andar deste edifício com Hadley, sua esposa, o escritor americano Ernest Hemingway (1899-1961). O bairro, que ele amava acima de tudo, foi o verdadeiro berço de seu trabalho e do estilo sóbrio que o caracteriza. Este americano em Paris mantinha relações familiares com os seus vizinhos, nomeadamente com o proprietário do bal-musette adjacente. ..."Essa era a Paris da nossa juventude, numa época em que éramos muito pobres e muito felizes." Ernest Hemingway (Paris é uma festa)
Em Paris, "74 Rue du Cardinal-Lemoine", ao lado da "Place de la Contrescarpe", Ernest Hemingway (1899-1961) morou com sua mulher Hadley, de janeiro de 1922 a agosto de 1923.
Em seu livro "Paris é uma festa" o escritor narra como conseguiu se firmar em Paris, de 1921 a 1926, com a ajuda de sua mulher, de Gertrude Steinn e de Sylvia Beach, proprietária da livraria "Shakespeare Company".
Narra as condições em que vivia e escrevia, os cafés e restaurantes que frequentava, a "Place de la Contrescarpe", o "Jardin de Luxembourg", o bosque "Bois de Bologne", as visitas ao apartamento de Gertrude e as leituras de Tolstói, Dostoievsk e Stendhal.
Em 1950, Hemingway escreveu a um amigo:
“Se você teve a sorte de viver em Paris, quando jovem, sua presença continuará a acompanhá-lo pelo resto da vida, onde quer que você esteja, porque Paris é uma festa móvel.”
Curiosamente, Hemingway só começou a escrever "Paris é uma festa" , em 1957, quando já estava morando em Cuba. Terminou o livro, em 1960, um ano antes de tirar a própria vida com um tiro de espingarda.
Esse jarro grego, de 460 a 450 a.C., retrata passagens diferentes da mitologia em cada lado.
No lado B, Apolo e Ártemis massacrando os filhos de Niobe (Niobides).
Reza uma das lendas da mitologia grega, que Niobe tinha 14 filhos, sete meninas e sete meninos. Ao se gabar de ser superior à deusa Leto, mãe de apenas dois filhos, Apolo e Ártemis, foi punida cruelmente pela deusa que enviou seus dois filhos para matar todos os filhos de Niobe com suas flechas.
No lado A, o significado é incerto.
Hércules e Atenas são facilmente reconhecidos. Os demais são vistos de formas diferentes, como: argonautas esperando ventos favoráveis; Hércules descendo ao Inferno para salvar Teseu e Pirítoo, culpados de uma tentativa de sequestro de Perséfone.
Outra possibilidade é que a figura de Hércules seja uma estátua e que os homens que o rodeiam sejam soldados atenienses que se colocaram sob sua proteção antes da Batalha de Maratona.
Essa cratera pertence as coleções do Louvre e encontra-se na Ala de Antiguidades Gregas.
A Liberdade Guiando o Povo" foi pintada em 1830, por Eugène Delacroix (1798-1863), na efervescência revolucionária que abalou Paris, durante os dias 27, 28 e 29 de julho de 1830.
Essa segunda Revolução Francesa ficou conhecida como "os três dias gloriosos" ( Trois Glorieuses).
Por seu simbolismo alegórico e político, "A Liberdade Guiando o Povo" tornou-se um símbolo universal de liberdade e democracia.
Na cultura popular ela simboliza a emancipação de um povo face à dominação opressiva.
Esta obra-prima icônica, que faz parte das coleções do Louvre, é uma das pinturas mais famosas da história da arte.