É um Blog para divulgar, preservar e mostrar a importância da: História, Memória, Literatura, Medicina e Arte em nossas vidas.
segunda-feira, 31 de março de 2014
sábado, 29 de março de 2014
quinta-feira, 27 de março de 2014
REUNIAO DA ACADEMIA CEARENSE DE MEDICINA 26/03/2014
Ontem, 26 de março de 2014, às 15h30min, no auditörio da Prö-Reitoria de Extensäo da UFC, em Fortaleza-CE, o Ac. Dr. Ronaldo Mont'Alverne proferiu uma palestra intitulada: UNIDADES CORONARIANAS.
Parabéns ao Dr. Ronaldo, que nos encantou com sua maneira singular de transmitir seus vastos conhecimentos.
Parabéns ao Dr. Ronaldo, que nos encantou com sua maneira singular de transmitir seus vastos conhecimentos.
terça-feira, 25 de março de 2014
segunda-feira, 24 de março de 2014
DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A TUBERCULOSE - 24 de MARÇO
No curso de milhares de anos a tuberculose encerrou mensagem ainda não totalmente decifrada. Pela sua influência cultural, seus efeitos sobre a obra humana, suas implicações históricas, sociais, econômicas e políticas, constitui modelo cientifico peculiar. Modernamente continua causando as maiores devastações. Seu valor epistemológico é imenso. Misteriosa e ameaçadora permanece o paradigma dos temores das paixões e do conhecimento humano.
Jacques Chretien
PARTE DA INTRODUCAO DE MINHA DISSERTACAO DE MESTRADO
"GUERRA A PESTE BRANCA - CLEMENTE FERREIRA E A LIGA PAULISTA CONTRA A TUBERCULOSE (1899 - 1947) PUC - SP 2008"
Ana Margarida Furtado Arruda Rosemberg
"GUERRA A PESTE BRANCA - CLEMENTE FERREIRA E A LIGA PAULISTA CONTRA A TUBERCULOSE (1899 - 1947) PUC - SP 2008"
Ana Margarida Furtado Arruda Rosemberg
Após o período de euforia, quando os cientistas alardearam aos quatro ventos que a tuberculose seria banida da face da terra, com o uso dos modernos quimioterápicos, ela está de volta. Segundo Tarantino, é a velha senhora que, agora, vem bem montada envergando armadura impenetrável, a resistência bacilar, e como se isso não bastasse traz na garupa a SIDA.
Há pouco mais de 30 anos, os Estados Unidos proclamaram que a incidência da tuberculose aproximava-se de zero. Em 1953, quase 90 mil americanos contraíram a doença e 20 mil morreram e, em 1985, o número de infectados caiu para 20 mil. A partir daí, o número de doentes não parou de subir. Em outubro de 1990, o New York Postpublicou em sua primeira página que a tuberculose estava próxima de atingir níveis de uma epidemia.
Em 1993, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou a tuberculose em estado de emergência no mundo, sendo a maior causa de mortes por doenças infecciosas, em adultos. Segundo seus dados, 2 bilhões de indivíduos, 1/3 da humanidade, estão infectados pelo Mycobacterium tuberculosis, 8 milhões desenvolvem a doença e 2 milhões morrem, a cada ano, no mundo. O Brasil ocupa o 15º lugar, entre os 22 países responsáveis por 80% da tuberculose no mundo, com 50 milhões de infectados, 111 mil casos novos e 6 mil óbitos anuais.
Os armamentos usados para combater a peste branca na primeira metade do século XX, sanatórios, preventórios, dispensários e hospitais-abrigos, foram desativados à medida que a introdução do moderno tratamento quimioterápico, no final da década de 1940, levou a impressão de que a luta estava ganha. A causa desta ilusão foi o grande impacto na epidemia da tuberculose pela rápida negativação do escarro dos pacientes, cortando o elo de contágio, e pelo alto índice de cura, diminuindo dramaticamente sua letalidade, sem queda significante de sua morbidade. O tratamento prescindiu das hospitalizações, sendo os internamentos reservados, apenas, aos casos de alta gravidade clinica e, ou, precária condição social.
A atuação dos programas de saúde transformou-se completamente. Os dispensários e hospitais perderam seus “status” e o controle da tuberculose foi integrado no Sistema Único de Saúde (SUS). Desapareceu, portanto, a Divisão de Tuberculose do Estado de São Paulo (DTESP) e em outros Estados deu-se o mesmo. Ocorreu um prejuízo pelo abrandamento dos programas de controle da tuberculose e pelo desmonte da estrutura fundamental para o enfrentamento da doença.
Apesar de esse fenômeno ter sido mundial a maioria dos países ricos chegou ao limiar de sua eliminação. Porém, nos países em desenvolvimento, a tuberculose, embora com sua força diminuída, nunca deixou de ser sério problema de saúde pública. Nas duas últimas décadas a peste branca recuperou parte de sua ação deletéria devido não só ao arrefecimento da luta, a falta de recursos humanos técnicos pela quase abolição do ensino da tuberculose nas escolas de ciências da saúde, como também pelo crescimento da miséria e a entrada em cena da epidemia HIV/AIDS, cujo vírus destrói a imunidade celular da tuberculose, constituindo um dos maiores agravantes que se tem noticia em toda sua história.
Este ano o SLOGAN da campanha da Organização Mundial de Saúde é:
ALCANCE OS 3 MILHÕES.
Das 9 milhões de pessoas que adoecem a cada ano de tuberculose no mundo, 3 milhões não são alcançadas pelo sistema de saúde. Precisamos reverter este quadro ou teremos postergada a primavera da erradicaçao da tuberculose.
quarta-feira, 19 de março de 2014
terça-feira, 11 de março de 2014
sábado, 8 de março de 2014
DIA 8 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA MULHER (2014)
Hoje, 8 de março de 2014, comemoramos O DIA INTERNACIONAL DA MULHER.
A MINHA
HOMENAGEM ESTE ANO VAI PARA UMA DAS PIONEIRAS DO MOVIMENTO FEMINISTA - SIMONE DE
BEAUVOIR.
POR SUA LUTA, E PELA LUTA DE MUITAS OUTRAS MULHERES, É QUE
HOJE PODEMOS COMEMORAR O NOSSO DIA RESPIRANDO MAIS LIBERDADE.
PARABÉNS
ÀS MULHERES QUE NOS ANTECEDERAM E LUTARAM POR NOSSA EMANCIPAÇÃO.
![]() |
| Simone Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir, mais conhecida como
Simone de Beauvoir (Paris, 9 de janeiro de 1908 — Paris, 14 de abril de
1986), foi uma escritora, filósofa existencialista e feminista francesa.
Fonte: Wikipedia “Não se nasce mulher: torna-se.” ―Simone de Beauvoir “É pelo trabalho que a mulher vem diminuindo a distância que a separava do homem, somente o trabalho poderá garantir-lhe uma independência concreta.” ―Simone de Beauvoir “Seja qual for o país, capitalista ou socialista, o homem foi em todo o lado arrasado pela tecnologia, alienado do seu próprio trabalho, feito prisioneiro, forçado a um estado de estupidez.” ―Simone de Beauvoir |
E A LUTA CONTINUA...
Acho
que o dia 8 de março não foi criado para ser um dia comercial e, sim,
para lembrar que nós mulheres precisamos, ainda, nos livrar dos grilhões
do machismo. Aqui no ocidente, já tivemos muitas conquistas, mas
infelizmente em muitos países do mundo as
mulheres são barbaramente oprimidas e precisamos chamar atenção de
todos para isso. Há poucos dias, na Somália, uma mulher foi apedrejada
até a morte por ter tido relações sexuais fora do casamento. Os homens não são os únicos
culpados. A sociedade como um todo é culpada. O machismo é transmitido
pelas próprias mulheres. Homens e mulheres unidos devem lutar contra o
machismo.
Une jeune femme a été lapidée à mort jeudi en Somalie, SOUPÇONNEE d’avoir eu des relations sexuelles hors mariage. Encore une horreur de ces pretendus justiciers.
FONTE:https://www.facebook.com/sanaa.elaji
Une jeune femme a été lapidée à mort jeudi en Somalie, SOUPÇONNEE d’avoir eu des relations sexuelles hors mariage. Encore une horreur de ces pretendus justiciers.
FONTE:https://www.facebook.com/sanaa.elaji
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
PASSAGENS POR PARIS, NO MASP.
![]() |
| Rosa e Azul - 1881 Pierre-Auguste Renoir. |
Estive no Museu de Arte de São Paulo (MASP) há dois dias e visitei a mostra
PASSAGENS POR PARIS, que foi inaugurada em dezembro de 2013 sem prazo para
terminar.
O título inspira-se em uma citação de Walter Benjamin em seu ensaio “Paris, capital do século XIX”. A exposição interage com “A arte do detalhe (e depois, nada)”, em cartaz desde o inicio de novembro.
Passagens por Paris propõe um passeio pela arte moderna, com obras feitas entre 1866 e 1948 por artistas icônicos do período: Manet, Degas, Monet, Cézanne, Gauguin, Van Gogh, Matisse, Renoir, Toulouse-Lautrec, Picasso, Modigliani, Portinari, Rego Monteiro e outros.
Várias obras de arte me causaram profunda impressão, mas para homenagear Assis Chateaubriand e Pietro Maria Bardi idealizadores do MASP, vou me deter na obra “Rosa e Azul” de Renoir, pois esta obra foi adquirida pelo MASP, em 7 de julho de 1952, no dia do meu segundo aniversário, com recursos doados por Assis Chateaubriand.
Rosa e Azul, também intitulada “As Meninas Cahen d’Anvers”, é uma célebre pintura a óleo sobre tela do artista impressionista francês Pierre-Auguste Renoir. A obra, que foi produzida em 1881, em Paris, retrata as irmãs Alice e Elisabeth, filhas do banqueiro judeu Louis Raphael Cahen d’Anvers. É considerada um dos mais populares ícones da coleção do MASP.
Renoir retratou as duas filhas do banqueiro Louis Raphael Cahen d’Anvers, a loira Elisabeth, de seis anos, nascida em dezembro de 1874, e Alice, de cinco anos, nascida em fevereiro de 1876. Alice viveu até os 89 anos e morreu em Nice, em 1965. Elisabeth teve um destino trágico. Divorciada do primeiro marido, o diplomata e conde Jean de Forceville, casou-se com Alfred Émile Denfert Rochereau, de quem também se divorciou. Ela foi enviada para Auschwitz, devido à sua origem judaica, e morreu a caminho do campo de concentração, em março de 1944, aos 69 anos.
O título inspira-se em uma citação de Walter Benjamin em seu ensaio “Paris, capital do século XIX”. A exposição interage com “A arte do detalhe (e depois, nada)”, em cartaz desde o inicio de novembro.
Passagens por Paris propõe um passeio pela arte moderna, com obras feitas entre 1866 e 1948 por artistas icônicos do período: Manet, Degas, Monet, Cézanne, Gauguin, Van Gogh, Matisse, Renoir, Toulouse-Lautrec, Picasso, Modigliani, Portinari, Rego Monteiro e outros.
Várias obras de arte me causaram profunda impressão, mas para homenagear Assis Chateaubriand e Pietro Maria Bardi idealizadores do MASP, vou me deter na obra “Rosa e Azul” de Renoir, pois esta obra foi adquirida pelo MASP, em 7 de julho de 1952, no dia do meu segundo aniversário, com recursos doados por Assis Chateaubriand.
Rosa e Azul, também intitulada “As Meninas Cahen d’Anvers”, é uma célebre pintura a óleo sobre tela do artista impressionista francês Pierre-Auguste Renoir. A obra, que foi produzida em 1881, em Paris, retrata as irmãs Alice e Elisabeth, filhas do banqueiro judeu Louis Raphael Cahen d’Anvers. É considerada um dos mais populares ícones da coleção do MASP.
Renoir retratou as duas filhas do banqueiro Louis Raphael Cahen d’Anvers, a loira Elisabeth, de seis anos, nascida em dezembro de 1874, e Alice, de cinco anos, nascida em fevereiro de 1876. Alice viveu até os 89 anos e morreu em Nice, em 1965. Elisabeth teve um destino trágico. Divorciada do primeiro marido, o diplomata e conde Jean de Forceville, casou-se com Alfred Émile Denfert Rochereau, de quem também se divorciou. Ela foi enviada para Auschwitz, devido à sua origem judaica, e morreu a caminho do campo de concentração, em março de 1944, aos 69 anos.
O retrato das meninas Cahen d’Anvers, angariou a
simpatia dos visitantes do MASP, tornando-se uma das mais populares e
apreciadas obras do museu e uma fonte de inspiração para outros pintores. Artistas contemporâneos como Washington Maguetas e Cirton Genaro,
entre outros, produziram trabalhos baseados na obra. Em 1989, o
quadrinista Maurício de Sousa também fez uma reinterpretação de "As Meninas Cahen
d’Anvers", intitulada Magali e Mônica de Rosa e Azul, onde as populares
personagens dos quadrinhos infantis aparecem ocupando o lugar de Alice e
Elisabeth na pintura.
Fonte: wikipédia e http://masp.art.br/2013/masp_visite
Ana Margarida Furtado Arruda Rosemberg
São Paulo, 27 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
VÍDEO ENTREVISTA COM A TIA JULIETA - 16 DE FEVEREIRO DE 2014
VÍDEO ENTREVISTA TIA JUCA - PRIMEIRA PARTE
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
UMA BRASILEIRA À FRENTE DA LUTA MUNDIAL CONTRA O CIGARRO
Dra. Vera Luiza da Costa e Silva chefiará, em Genebra, a Convenção Quadro.
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/02/1408683-brasileira-que-chefiara-convencao-quadro-contra-tabaco-critica-a-pressao-da-industria.shtml
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/02/1408683-brasileira-que-chefiara-convencao-quadro-contra-tabaco-critica-a-pressao-da-industria.shtml
domingo, 9 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
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