domingo, 12 de maio de 2024

La Vierge du Chancelier Rolin - Van EYCK


"A Virgem do Chanceler Rolin" recuperou suas cores. Foram dois anos de trabalho para restaurar a famosa pintura do mestre flamengo de seis séculos, Jan van Eyck ( c.1390- 1441).

Esta pintura, que retrata o chanceler do Duque da Borgonha rezando em frente à Virgem e ao Menino,  está  exposta no Louvre-Paris até  junho de 2024, com a seguinte chamada: "Re Voir Van Eyck -  La Vierge du Chancelier Rolin"

A tela  pertence  às coleções  do Louvre, desde 1805. Anteriormente, estava preservada na igreja de "Notre-Dame du Châtel d'Autun", destruída durante a Revolução.

Às vezes, hesitamos em restaurar as obras-primas, por medo de que isso mude nossa percepção. Neste caso, o resultado é espetacular.

ana margarida furtado arruda rosemberg 

Paris,  10.05.2024













quinta-feira, 9 de maio de 2024

CUIDANDO DA NATUREZA E EVITANDO TRAGÉDIAS - Por: ana margarida furtado arruda rosemberg

foto publicada no portal uol


CUIDANDO DA NATUREZA E EVITANDO  TRAGÉDIAS 

Nós, sapiens,  não estamos acima da natureza.  Nós  fazemos parte da natureza  e não  podemos  controlar  o poder gigantesco que ela possui. 

Cada um de nós tem um papel  nesse momento da TRAGÉDIA que se abate sobre o  Rio Grande  do Sul.  

Além de socorrer as milhares de vítimas, devemos  e podemos fazer escolhas para mudar nosso modo de vida e contribuir para a preservação  do PLANETA TERRA - Nossa Casa Comum. 

Temos que mudar a maneira de impactar o MEIO AMBIENTE, que dividimos com todos os outros homo sapiens, animais e plantas.

Coisas triviais do dia a dia que podemos fazer: 

1. CUIDAR DO LIXO

Separar o lixo reciclável, não  jogar lixo no chão,  produzir pouco lixo, pois quanto menos produzimos mais preservamos  o meio ambiente.

2. RECICLAR

Reutilizar e reaproveitar o que for possível, como caixas e plásticos. Usar na decoração,  por exemplo. 

3. DOAR

 Doar roupas e objetos que não  precisamos mais.

4. CUIDAR DA ÁGUA

Reduzir o consumo de água.   Há várias  maneiras, como: reutilizar a água  da máquina de lavar, juntar água  da chuva, evitar banhos demorados etc...

5. CUIDAR DA ENERGIA

Reduzir  o consumo de energia  elétrica deixando aparelhos  elétricos desligados, apagando as luzes, quando não estiverem sendo usadas.

6. CUIDAR DA LOCOMOÇÃO

 Evitar andar sempre de carro. Usar bicicleta, transportes públicos e caronas. Andar a pé , quando possível,  faz bem a saúde.

7. CUIDAR DAS COMPRAS 

Comprar APENAS o necessário. Perguntar  sempre diante de uma compra: eu realmente  preciso? A compra exagerada de produtos ocasiona gastos de maneira descontrolada, causando, muitas  vezes, dívidas  desnecessárias.

PRESERVE GAIA, A MÃE TERRA!

ana margarida furtado arruda rosemberg 

Paris, 09.05.2024

segunda-feira, 22 de abril de 2024

PARIS

PARIS 

Paris é Margô e Rose

é a conexão com a nossa essência

é o encontro de nossas almas

é transbordamento

 

Paris é SURREAL 

é História

é Cultura

é Arte

 

Paris é REVOLUÇÃO

é Olympe de Gouges

é Camille Desmoulins

é Marat

é Danton

é Robespierre

 

Paris é MINHA CASA

é o meu refúgio 

 

Paris é o VOO DO PÁSSARO cruzando horizontes

 é liberdade total 

 

Em Paris eu digo SIM pra VIDA

 

ana margarida furtado arruda rosemberg 

Fortaleza, 21 de abril de 2024






sexta-feira, 19 de abril de 2024

CRÔNICAS DO CAPITÃO EDGY Nº 3 Lembranças de Portugal

Miguel Edgy Távora Arruda com 2 anos, 8 meses e 15 dias 
 Lisboa-Portugal 1921

 Lembranças de Portugal Nº3 

Por: Miguel Edgy Távora Arruda 

Outra coisa que eu quero contar de Portugal é que no natal de 1924, meu pai conseguiu uma missa de meia noite em nossa casa. Era uma coisa muito rara, mas devido a religiosidade dele e da minha mãe o vigário da paróquia foi celebrar em nossa casa. Aquilo foi para mim uma expectativa muito grande e eu lembro que a minha mãe ria muito, isto depois da missa, porque cada vez que o padre pegava na hóstia eu me levantava para ver o que ele ia fazer com ela. Levantava-me também quando ele pegava no cálice. 

O papai tinha um sócio chamado Rocha Brito, português, que dizia: “no seu aniversário eu vou lhe dar um cavalo”. Fiquei alimentando a ideia de que no meu aniversário ia receber um animal de verdade. No dia, tive uma certa decepção porque o cavalo que ele me deu era de madeira, tinha umas rodinhas, não era de verdade. Esse cavalo, por sinal, minha mãe levou ao fotógrafo e eu tirei um retrato montado nele. Ainda existe esta foto.

Lembro-me também dos dois aviadores...

Foi na época em que estivemos em Portugal, que os dois aviadores portugueses, Gago Coutinho e Sacadura Cabral realizaram em avião a famosa travessia do Atlântico Sul. Foi uma sensação em todo o mundo e eu obrigava a minha mãe a ler nos jornais de Lisboa tudo o que se relacionava com esta travessia. Os dois aviadores partiram de Lisboa e, fazendo uma série de escalas, atravessaram o Atlântico Sul chegando ao Rio de Janeiro.

sexta-feira, 12 de abril de 2024

Podcast - O que a Faculdade de Medicina não nos ensina - Dr. Bruno Cavalcante e Dra. ana margarida

 

O que a Faculdade de Medicina não nos ensina

 

Curso pré-congresso  da Sobrames-CE 
Literatura  e  Arte  Setembro  de 2021
Link abaixo 

OS PEREGRINOS DE EMAÚS - VERONESE

 Publicado no Revista da Santa Casa de Misericórdia de Fortaleza



Os Peregrinos de Emaús (Les Pèlerins d’Emmaüs)

O quadro “Os Peregrinos de Emaús”, em francês: Les Pèlerins d’Emmaüs, do italiano Paolo Veronese (1528-1588), é um óleo sobre tela, de 241cm de altura e 415cm de largura, de 1559/60. Pertence ao acervo do Museu do Louvre e encontra-se na Ala Denon, nivel 1, na sala 711, ao lado da Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, e da maior tela do Louvre, "As Bodas de Caná", de Veronese.

O quadro retrata uma passagem bíblica descrita por São Lucas no capítulo 24 de seu Evangelho: Três dias após a paixão e morte de Jesus Cristo, dois de seus discípulos, um deles chamado Cléofas, caminham de Jerusalém para Emaús. Eles falam com tristeza do julgamento e morte de Jesus. Um estranho se aproxima e os conforta ao saber a causa de dor.  A pedido dos viajantes, o estranho fica na estalagem para compartilhar a refeição da noite. No momento em que o estranho parte o pão, os dois peregrinos reconhecem Jesus Cristo ressuscitado.

Ao representar esse momento crucial, Veronese dá uma versão pueril. A estalagem se transforma em um luxuoso palácio clássico; os três protagonistas são cercados por um grupo de pessoas elegantes e duas meninas vestidas com rico brocado, indiferentes ao que está acontecendo acima delas, brincam com um cachorro, assim como o menino um pouco mais adiante.

Para que a cena se tornasse legível, Veronese enfatiza os três protagonistas: Jesus aureolado ergue os olhos para o céu e os dois peregrinos demostram surpresa.  As cabeças dos três homens e os braços dos dois peregrinos formam um oval, com o pão e o vinho, no centro. 

O rompimento na paisagem à esquerda dá profundidade à pintura. Sobre um fundo de ruínas antigas e uma cidade ao pé de uma montanha, caminham os dois peregrinos. Veronese reproduz a ação que antecede o acontecimento que constitui o tema da pintura.

Veronese usa em algumas de suas telas passagens bíblicas para encenar banquetes suntuosos, mostrando a vida da alta sociedade do século XVI.  A “Ceia em Emaús” (Louvre-Paris), a “Ceia na Casa de Simão” (Galleria Sabauda-Turim) e as “Bodas de Caná” (Louvre-Paris) são exemplos.

As autoridades religiosas não ficaram indiferentes a estratégia de Veronese e ele foi intimado pela Inquisição.  

Defendeu-se reivindicando a liberdade do artista: "Nós, os pintores, tomamos as mesmas licenças que os poetas ou os loucos..."

ana margarida furtado arruda rosemberg

Paris, 7 de julho de 2023


Revista da Santa Casa de Misericórdia de Fortaleza - 2023



Veronese - Os Peregrinos de Emaús - Louvre

 

domingo, 7 de abril de 2024

Unifor - Espaço Cultural - Totonho LAPROVITERA

Totonho LAPROVITERA -  Santa Ceia - 2004 

Esta tela é uma releitura da "Última Ceia" de Leonardo da Vinci

Podemos observar que  LAPROVITERA deu uma conotação  cearense a  sua "Santa Ceia" com caju e cajuina sobre a mesa. 

Como no afresco de Leonardo,  os apóstolos estão  agrupados em quatro grupos de três e Cristo  encontra-se no centro.

O momento  que  Leonardo plasmou em sua pintura é  quando Jesus  anuncia aos doze apóstolos que um dentre eles o  trairia. 

LAPROVITERA  preserva em sua pintura  o mesmo  momento, os quatro grupos  de três  e as expressões  dos apóstolos.

Esta releitura é singular. 

ana margarida furtado arruda rosemberg 

Aprendiz da arte

São Paulo, 02.04.2024


sábado, 16 de março de 2024

CRÔNICAS DO CAPITÃO EDGY - Nº2 - LEMBRANÇAS DE PORTUGAL - tia Belizarina - elevador - fantasias de carnaval


LEMBRANÇAS DE PORTUGAL Nº 2
    Por: Miguel Edgy Távora Arruda

Eu tenho lembranças inesquecíveis da minha tia Belizarina, porque a chegada dela coincidiu com a morte da minha babá, de meningite. A minha tia Belizarina foi um anjo para mim e para as minhas irmãs que nasceram em Portugal (Maria do Livramento e Maria de Lourdes).

Como eu era o mais velho, me lembro que minha mãe, às vezes, saía para fazer compras no centro de Lisboa e me levava. Eu era muito voluntarioso. Lisboa tem a cidade baixa e a cidade alta. Já naquele tempo tinha um elevador público que transportava as pessoas da cidade baixa para alta e vice-versa. Mesmo que a minha mãe não tivesse necessidade de andar no elevador ela me levava, porque eu fazia tanto barulho, tanta exigência que ela acabava satisfazendo a minha vontade. 

Eu me lembro também que meu pai, naquela ocasião, como agente do seu irmão Jeremias Arruda em Lisboa, tinha um automóvel. Recordo-me que uma vez, no carnaval de 1925, minha mãe comprou para mim uma fantasia de pierrô e para a minha irmã Livramento uma fantasia de saloia, que é uma veste típica de Portugal. 

A minha fantasia de pierrô desapareceu, mas a de saloia durou muitos anos. Minha mãe a conservava muito bem e, tantos anos depois, aqui em Baturité, em um desfile de bonecas (meninas vestidas à moda regional de vários países) a minha filhinha Maria de Fátima desfilou com esta fantasia que pertenceu a minha irmã Livramento.


PS.: Crônica publicada no livro “Relembranças – Lampejos de minha memória” de Miguel Edgy Távora Arruda - pág. 106 e 107 - Expressão Gráfica, 2019 – Organizadora – ana margarida furtado arruda rosemberg. 

Tanscrita de uma gravação  feita em fita cassete, pelo autor, no dia 12.01.1992, em Baturité-CE. 

 

domingo, 10 de março de 2024

CRÔNICAS DO CAPITÃO EDGY - Nº 1 - LEMBRANÇAS DE PORTUGAL

 

Miguel Edgy Távora Arruda - Lisboa 1923

LEMBRANÇAS DE PORTUGAL  Nº 1

Por: Miguel Edgy Távora Arruda


Cheguei a Portugal com dois anos e alguns meses e voltei com seis anos e meio, exatamente no ano de 1925. Não tenho muita coisa de lembrança. Não dá para recordar o dia em que nasceu a minha irmã Livramento. Lembro-me apenas que me chamaram para ver uma irmãzinha.


Naquela época, os partos eram feitos em casa com as parteiras e só em casos complicados os médicos eram chamados. Minha mãe não teve nenhum parto complicado.


Quando eu nasci, em Fortaleza, minha mãe foi assistida por uma parteira portuguesa - passei a vida ouvindo falar dela - dona Glorinha Pestana. Ela fez durante sua vida uma infinidade de partos, inclusive atendeu minha mãe quando nasci, em 1919, atendeu, em 1920, quando nasceu morto um irmãozinho.


Em 1921, fomos para Portugal e, em 1922, nasceu minha irmã Maria do Livramento, hoje religiosa salesiana. Eu tenho mais lembranças de quando nasceu minha outra irmãzinha, Maria de Lourdes.


Meu pai, em 1923, veio ao Brasil porque foi chamado (seu pai estava muito mal). Naquele tempo as viagens eram feitas de navio a vapor e levavam dias na travessia do Oceano Atlântico até Recife. De lá, tomava-se outro navio, geralmente um brasileiro da Companhia Nacional da Navegação Costeira, chamada “ITA” ou “Lord Brasileiro”, para Fortaleza.


Quando ele chegou a Fortaleza seu pai já tinha morrido. Ele demorou algum tempo na Chácara do Benfica, onde continuava morando sua mãe Maria do Livramento Vasconcelos Arruda. Quando ele retornou a Portugal, levou sua cunhada Belizarina (irmã mais moça de minha mãe, que era solteira), porque minha mãe se via muito só longe da família.


PS.: Crônica publicada no livro “Relembranças – Lampejos de minha memória” de Miguel Edgy Távora Arruda - pág. 106 e 107 - Expressão Gráfica, 2019 – Organizadora – ana margarida furtado arruda rosemberg. 

Tanscrita de uma gravação  feita em fita cassete, pelo autor, no dia 12.01.1992, em Baturité-CE. 

 

Ir. lúcia Arruda - 50 Anos de Vida Religiosa no Cenáculo - 08.03.2024

 A Ir. Lúcia  celebrou no dia 08.03.2024, sexta-feira, 50 anos de Vida Religiosa no Cenáculo. 

Às 11h -  Eucaristia com o Pe. Donizetti,  colega  da Ir. Lúcia na FAJE.

Participação  de João Paulo  na missa com cantos compostos pela Ir. Lúcia.

Almoço festivo. 

Da comunidade que acolheu a Ir. Lúcia,  cinco Irmãs estão na eternidade: Lucila,  Ribeiro,  Maria Alice,  Cardoso,  Gercina.

Presentes na  celebração dos 50 anos de Vida Religiosa,  as irmãs que estiveram presentes na cerimonia há 50 anos: Veleda e Isabel. 



































sexta-feira, 8 de março de 2024

Meu glorioso 8 de Março - DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Dia Internacional da Mulher: cerimônia histórica inscreve direito ao aborto na Constituição da França

 Eu, como ativista feminista, esperei 43 anos para ver o primeiro país  do Mundo conceder  às  mulheres  o direito  ao aborto. O direito  sobre seus corpos.

Vive la France !

O Ministro da Justiça, Eric Dupond-Moretti, apôs hoje,  8 de março de 2024, durante uma cerimónia pública na Place Vendôme, em Paris, o selo da República na lei que inscreve na Constituição a “liberdade garantida” de acesso à interrupção voluntária da gravidez .

 Esta cerimónia foi organizada quatro dias após a votação dos parlamentares reunidos no Congresso em Versalhes.

 A cerimónia ficou ainda marcada pela interpretação revisitada de La Marseillaise de Catherine Ringer.

fonte: le monde

https://youtube.com/shorts/Keo9kDNqsoE?si=9s6EWuhz5Jd99lu-


https://www.youtube.com/watch?v=vYohdutYgy0

La chanteuse Catherine Ringer a interprété une Marseillaise revisitée, à l'occasion de la par une cérémonie solennelle de scellement place Vendôme de l'IVG dans la Constitution. La chanteuse et musicienne a remplacer le « sang impur » qui, dans l'hymne national, « abreuve nos sillons » par « une loi pure dans la Constitution » pour évoquer l'inscription de l'IVG dans la Loi fondamentale


A PROPÓSITO DO 8 DE MARÇO DE 2024

 





Place Olympe de Gouges - Paris

Place Olympe de Gouges - Paris

Fotos internet

A PROPÓSITO DO 8 DE MARÇO - Olympe de Gouges (1748-1793)

 

Em 2007, Ségolène Royal, candidata à presidência da república da França, expressou o desejo de que os restos mortais de Olympe de Gouges (1748-1793) fossem removidos para o Panteão de Paris. Entretanto, seria um enterro simbólico, pois Gouges, guilhotinada em Paris, em 3 de novembro de 1798, durante a Revolução Francesa, foi enterrada em vala comum. 

 

 Revolucionária, historiadora, jornalista, escritora e autora de peças de teatro, Gourges foi defensora dos direitos das mulheres e da abolição dos escravos negros. Em setembro de 1791, quando escreveu a “Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã” (Déclaration des Droits de la femme et de la citoyenne) desafiou a injustiça contra as mulheres, expressada na célebre “Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão”.  

 

Gouges deixou numerosos escritos em favor dos direitos civis e políticos das mulheres, como o direito ao divórcio e às relações sexuais fora do casamento. Lutou, também, pela abolição dos escravos negros. Em 1774, escreveu uma peça de teatro antiescravagista L'Esclavage des Nègres (A Escravidão dos Negros). Pelo fato de ter sido escrito por uma mulher, tal obra somente foi publicada em 1789, no início da Revolução Francesa.  

 

No dia 6 de março de 2004, Olympe de Gouges foi imortalizada em uma praça de Paris denominada “Place Olympe-de-Gouges”. Inaugurada pelo então prefeito da região, Pierre Aidenbaum, e pela então vice-prefeita de Paris, Anne Hidalgo, a referida praça situa-se no 3º arrondissement no encontro das ruas: Béranger, Franche-Comté, Charlot e Turenne. Bela homenagem à Olympe de Gouges, pseudônimo de Marie Gouze, considerada uma das feministas pioneiras da história. 

 

ana margarida furtado arruda rosemberg

Fortaleza, 8 de março de 2024