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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

O MASP E SEUS CAVALETES DE CRISTAL

Sempre que visito o Museu de Arte de São Paulo (MASP) ficou surpresa com sua nova roupagem. Há dois dias, 26/01/2016, terça-feira, fiquei deslumbrada ao ver 119 obras de arte vestidas de cristal e suspensas no ar em uma grande galeria aberta e fluida. Lembrei-me do Louvre de Lens, que foi criado, há poucos anos, com esse conceito.  O mais impressionante é que os cavaletes de cristal são bem antigos e estrearam, em 1968, quando Lina Bo Bardi implantou o seu programa museológico para o MASP. Por isso, ficaram conhecidos como os cavaletes de cristal de Lina  Bo Bardi. Removidos em 1996, os cavaletes de cristal voltam agora com certo ar de nostalgia e muita leveza. As obras de arte estão em ordem cronológica abrangendo um período que vai do século 4 a.C. a 2008. A legenda informativa encontra-se atrás do quadro, permitindo ao visitante maior intimidade com os mesmos que desceram das paredes para esse contato quase carnal com o seu apreciador.


Giovanni Bellini - 1430 -1516 -  A Virgem com o Menino de pé

Maestro di San Martino alla Palma - virgem com o Menino Jesus 1310-20

Maestro del Bigollo - Virgem em Majestade com o Menino e dois Anjos  - 1275


Giampietrino - A Virgem amamentando o Menino e Sâo Joâo Batista criança em adoraçao - 1500-20






Pierre-Auguste Renoir - Rosa e Azul - As Meninas Cahen d'Anvers -1881

Amadeo Modigliani  - Lunia Czechwska, circo 1918

Amadeo Modigliani - Retrato de Leopoldo Zborowski 1916-19

Candido Portinari - O Lavrador de Cafê -1939

Diego Rivera 1886-1957 - Os Semeadores - 1947

Estatua da Deusa Higeia  - Grêcia Periodo Helenistico 4 a.C.

Par de guerreiros Chineses - China - 907 d.C.

Edgar Degas - bailarina de 14 anos -1880





terça-feira, 12 de janeiro de 2016

BODAS DE RAÍSSA E NETO - FORTALEZA 09/01/2016

Realizou-se às vinte horas do dia nove de janeiro de dois mil e dezesseis, na Capela São Francisco Xavier, em Fortaleza-CE , cerimônia religiosa de casamento de Raíssa e Neto. 
A noiva é filha do casal Carmen Alice Arruda Magalhães e Alfredo Magalhães de Sousa e o noivo é filho de Marliene Lima Girão e Stélio José Saboia Girão (in memoriam).
Parabéns aos noivos com votos de que as juras de amor trocadas aos pés do altar sejam renovadas todos os dias. 


Foto de Diego Farias Photografia

Foto de Diego Farias Photografia
Foto de Diego Farias Photografia









terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Soneto XLIII - Elizabeth Barrett Browning

http://www.avozdapoesia.com.br/obras_ler.php?obra_id=10661&poeta_id=45

Elizabeth Barrett Browning 


Elizabeth Barrett Browning (KelloeDurham6 de Março de 1806 — Florença29 de Junho de 1861) foi uma poetisa inglesa da época vitoriana.
Autora de Sonetos da Portuguesa, reunião de poemas românticos — sua própria história de amor com o marido, o também poeta Robert Browning. Um destes poemas (o de número 43) é considerado o mais belo escrito por uma mulher em língua inglesa:
Amo-te quanto em largo, alto e profundo
Minh'alma alcança quando, transportada,
Sente, alongando os olhos deste mundo,
Os fins do Ser, a Graça entressonhada.
Amo-te em cada dia, hora e segundo:
À luz do sol, na noite sossegada.
E é tão pura a paixão de que me inundo
Quanto o pudor dos que não pedem nada.
Amo-te com o doer das velhas penas;
Com sorrisos, com lágrimas de prece,
E a fé da minha infância, ingênua e forte.
Amo-te até nas coisas mais pequenas.
Por toda a vida. E, assim Deus o quisesse,
Ainda mais te amarei depois da morte.
Tradução de Manuel Bandeira.
Elizabeth foi a dona do Cocker Spaniel que inspirou Virginia Woolf a escrever Flush.

Fonte: Wikipédia

LOUVRE - O MUSEU

LOUVRE-PARIS

LOUVRE-LENS

LOUVRE-ABU DHABI



 



LOUVRE - 0 MUSEU 

                                                    Ana Margarida Arruda Rosemberg

                                                   Publicado no Jornal do Médico, edição 68/2015, pag 7.

O museu do Louvre em Paris, antigo palácio dos reis da França, é uma imensa estrutura em forma da letra “U” e está dividido em três alas: A ala Sully, a leste, que abriga a “Cour Carrée” e a parte mais antiga do palácio; a Ala Richelieu, ao norte, que faz fronteira com a Rue de Rivoli e a Ala Denon, ao sul, que faz fronteira com o Rio Sena.
Em 1988, foi inaugurada a famosa pirâmide de vidro que dá acesso ao museu.  Localizada no pátio central, a referida pirâmide foi uma proposta do presidente François Mitterrand e teve a finalidade de expandir o Louvre. O projeto, que tornou a pirâmide de vidro uma realidade, foi do arquiteto chinês I. M. Pei.
O acervo do Louvre é composto por mais de 380 mil obras de arte. São 35 mil em exibição permanente e distribuídas em oito departamentos, cujas coleções são identificadas por uma cor e todas as salas são numeradas. As coleções do Louvre são: Antiguidades orientais, Antiguidades egípcias, Antiguidades greco-romanas e etruscas, Oriente Mediterrâneo no Império Romano, Arte islâmica, Objetos de arte, Artes gráficas, Esculturas, Pinturas, História do Louvre, Artes da África, Ásia, Oceania e das Américas e Louvre Medieval.
A primeira filial do Louvre (Louvre-Lens) foi inaugurada, em dezembro de 2012, no norte da França (Nord-Pas-de-Calais) na cidade de Lens. O museu de vidro e luz custou mais de 150 milhões de euros e sua arquitetura, obra dos arquitetos japoneses Ryue Nishizawa e Kazuyo Sejima, tem design contemporâneo. É uma arquitetura de abstração. A estrutura de alumínio do museu, com suas paredes totalmente de vidro, absorve o céu do norte da França fazendo com que o museu se torne quase invisível e desapareça no horizonte misturado às nuvens. Este ar de etéreo do Louvre-Lens é uma âncora para seis mil anos de arte.
O museu está situado em um espaço de 200 hectares de uma antiga mina e fica próximo à estação de trem da cidade de Lens, que conta com o expresso TGV. A viagem Paris-Lens leva pouco mais de 1 hora. O imenso parque do museu está em completa sintonia com os 120 metros de comprimento da galeria do tempo (Galerie du temps), onde 250 obras do Louvre são apresentadas em ordem cronológica. Na galeria, as obras de arte explodem, sem fronteiras, ao olhar dos visitantes. Além do clássico quadro de Delacroix “A Liberdade Guiando o Povo”, os visitantes podem apreciar obras primas como: “ A Virgem e o Menino de Sant’Anna” (1513), de Leonardo Da Vinci, “Retrato de Baltasar Castiglione” (1515), de Rafael, e “Retrato de Monsieur Bertin” (1832), de Igres.
As Obras estão expostas em três períodos que vão desde o nascimento da escrita, 3.500 a.C., até meados do século XIX.  São 70 obras da Antiguidade, 45 da Idade Média e 90 da modernidade.  Todas as civilizações estão contempladas. A segunda filial do Louvre será em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. Sua inauguração estava prevista para 2012-2013, mas foi adiada para 2016. O Louvre-Abu Dhabi, projeto do arquiteto francês Jean Nouvel, fará parte de um gigantesco bairro cultural na ilha de Saadivat junto a outros três museus e um centro de entretenimentos. Obras de arte de artista como: Leonardo Da Vinci, Van Gogh, Claude Monet, Henri Matisse e Andy Washol estarão entre as 300 peças para a inauguração do museu. Entre as obras que farão a viagem da França ao Golfo Pérsico estão: "La Belle Ferronnière", de Leonardo da Vinci, e uma estátua colossal do rei Ramsés II.                   
                                        Fortaleza, 23/11/2015