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sábado, 31 de outubro de 2015

POR: ANA MARGARIDA ROSEMBERG - A FORTALEZA DE FILIPE AUGUSTO (FILIPE II)

Foto da base da Fortaleza de Filipe Augusto

Foto da base da Fortaleza de Filipe Augusto

Maquete da Fortaleza do Louvre
Publicado no Jornal do Médico. Ano XI, edição 65 (setembro-outubro), pág. 16
www.jornaldomedico.com.br



A Fortaleza de Filipe Augusto (Filipe II)

Situado no centro de Paris, na margem direita do rio Sena, entre o Jardim das Tulherias e a Igreja Saint-Germain-l’Auxerrois, o Louvre é um dos maiores e mais importantes museus do Mundo. Seu acervo possui mais de 380 mil itens com 35 mil obras de arte em exibição permanente, abrangendo oito mil anos da cultura e da civilização tanto do Oriente quanto do Ocidente.
A Pirâmide de Vidro, erigida em 1989, fica ao lado da estátua equestre de Louis XIV, e marca o ponto de partida para quem se aventura a mergulhar no museu. Os aproximados dez milhões de visitantes por ano, fazem do Louvre o museu mais visitado do Mundo. O que a maioria deles não sabe é que o museu se situa no antigo palácio dos reis da França, ou seja, Palais du Louvre, cuja origem remonta há um milênio.
A palavra “Louvre”, que significa lugar fortificado, tem origem anglo-saxônica, segundo uma hipótese. Outra hipótese é que deriva do francês arcaico lauer ou lower cujo significado é "torre de guarda".
A primeira fortaleza do Louvre foi construída por Filipe II (1165–1223). Segundo a historiadora Ina Caro, Filipe II foi o primeiro rei a amar Paris, seguido, quatrocentos anos depois, por Henrique IV (1553-1610). Logo que foi coroado, Filipe II começou a embelezar a cidade e o fez durante os 43 anos de seu reinado.  
Descendo pela escada rolante sob a pirâmide de vidro do arquiteto chinês I. M. Pei, nos deparamos com um imenso vão que dá acesso às três alas do Louvre: Denon, Richelieu e Sully. Aconselho ao turista a começar sua visita pela Ala Sully para apreciar o Louvre Medieval, no subsolo.  Lá encontra-se a base da Fortaleza de Filipe II.  A mesma foi descoberta quando a pirâmide estava sendo construída.
Ao adentrar o imenso salão, a primeira coisa que o visitante se depara é com um modelo, tipo uma maquete, de um castelo medieval.  O modelo tem uma muralha ameada consistindo de seleiras (brechas que permitiam que os arqueiros disparassem as suas armas) e merlões (locais mais elevados para a proteção dos arqueiros). Tem, também, dez torres. Quando o visitante se vira, fica perplexo ao ver a verdadeira base da fortaleza, com proporções gigantes.
A fortaleza era ligada a cerca de cinco quilômetros de muro que, após 21 anos de construção, circundaram a cidade de Paris. O muro, com três metros de largura e nove de altura, servia para reforçar a defesa da cidade. Com esta fortaleza, Felipe II fez de Paris o centro político e religiosos do reino.
Com Filipe III (1245-1285), o Louvre foi ampliado. Somente durante o reinado de Carlos V (1338-1380) o palácio tornou-se residência real. Com o tempo, a antiga fortaleza militar medieval tornou-se um complexo de prédios devotados à cultura.
Somente depois de ver aquela estrutura medieval e emergir do subsolo para ver o museu, temos a ideia do passado e do presente do esplendoroso Louvre
Ana Margarida Arruda Rosemberg
Fortaleza, 20/09/2015


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

RODA VIVA - HENRIQUE PRATA - 12/10/2015

Henrique Prata, Diretor Geral do Hospital de Câncer de Barretos-SP, entrevistado no programa "Roda Viva" , recentemente, fez elogios ao ex-presidente Lula pelo seu lado humanitário e sensível em ajudar o hospital do câncer. Falou o seguinte: "EU TENHO UM RESPEITO MUITO GRANDE PELO PRESIDENTE LULA, NO QUE ELE FEZ COM O HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS, PORQUE TODOS OS SEUS MINISTROS ERAM CONTRA EM EU TER ALTA TECNOLOGIA PARA O SUS E ELE, POR FORA, ME DAVA CORDA, ME DAVA DINHEIRO, POR FORA. LÓGICO, PARA NÃO SE INCOMPATIBILIZAR COM O PRÓPRIO MINISTRO DELE. LULA ERA UM HOMEM QUE TINHA NA PELE O SENTIMENTO DA DOR QUE EU PASSAVA PRA ELE. EU TIVE MUITAS DIFICULDADES COM O PRIMEIRO MINISTRO E QUASE TODOS E QUEM ME ATENDIA ESSA NECESSIDADE DE FAZER ESSA MEDICINA HONESTA PARA TODOS, SEMPRE, O PRESIDENTE LULA. ELE, SEMPRE, TEVE UMA DEFERÊNCIA MUITO GRANDE COMIGO. SEMPRE ME ATENDIA SEM MARCAR HORA. SE EU TIVESSE UM FATO GRAVE PRA DIZER PRA ELE, ELE CHEGAVA MEIA HORA ANTES DO ALMOÇO. COM A PRESIDENTE DILMA, EU FUI MUITO BEM COM O PRIMEIRO MINISTRO DA SAÚDE, ALEXANDRE PADILHA. NUNCA PRECISEI IMPORTUNÁ-LA. ELE SEMPRE ME ATENDEU MUITO BEM. TINHA VISÃO CLARA. EU SEMPRE SOU FIXADO EM FAZER A MEDICINA DE MAIS ALTA TECNOLOGIA PARA O SUS..."

POR: RAÍSSA ARRUDA - HOMENAGEM À TIA TECA

Teca e Raíssa


Hoje o céu está em festa com a chegada da minha querida tia e madrinha Teca Arruda Gouveia. Foram muitos momentos, viagens, carnavais, festas, conversas e brincadeiras. Uma guerreira que nos últimos três anos lutou incessantemente contra o câncer e sempre com força, fé e alegria. Como a senhora dizia: "Não sou peru pra morrer de véspera". E não foi mesmo! Enquanto os médicos acreditavam que a senhora com metástase viveria apenas seis meses... Viveu três anos e meio e, por sinal, muito bem vividos. Foram anos em que realizou grandes sonhos como o de ser avó, ir ao show do ídolo Elton John (três vezes... Pois fã que é fã não vai só a um show, mas a três), e muitas viagens. Tenho na senhora um verdadeiro milagre e testemunho de fé. Uma pessoa que adorava festa e levava a vida com alegria e muito alto astral. 
Tia Teca, hoje a senhora partiu, mas as boas lembranças, o seu exemplo de vida e a saudade, essas, sim, ficarão para sempre. Te amarei eternamente.
Com carinho e amor de sua afilhada Raíssa Arruda.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

POR: CLAUDIO GOUVEIA - NOSSAS VIDAS JUNTOS

Teca e Claudio Gouveia
Homenagem de Claudio Gouveia à sua esposa Maria Teresa Arruda Gouveia.
O texto foi lido na missa de 7º dia de Maria Teresa, na Igreja de São Vicente, em Fortaleza-CE, no dia 19/10/2015.
                             NOSSAS VIDAS JUNTOS

Primeiramente queria agradecer a Deus de ter tido o privilegio de viver e conviver, com você TECA a primeira namorada da adolescência, a mulher guerreira, companheira dedicada, amante, esposa amada e uma mãe zelosa com suas filhas REBECA e RAQUEL, também com os meus filhos NETO, ROBERTA, RAPHAELA e REBECA, por coincidência temos filhas com o mesmo nome, estávamos sempre juntos na tentativa de resolver o problema de nossas criança, eu como sempre zangado e você conciliadora, nos tornando cumplice nos erros e acertos de nossa vida juntos, dai aparece o mala sem alça IVAN FILHO (só brincadeira) que tenho certeza ela o queria como um filho, a chegada do GABRIEL foi o êxtase que cheio ainda mais o seu imenso coração de amor e alegria, gravado em nossa memoria quando ele o visitou pela ultima vez no hospital e ela lhe disse “OU MEU AMOR” e um tempinho depois ao vê-lo novamente “OU MEU BEBÊ”.


Mais vamos falar um pouco de nossas vidas juntos:

“Tudo começa por sorte ou destino, pois Deus escreve certo por linhas tortas, em 1970 o Capitão Edgy com sua esposa Maria Adelina, moravam em uma casa alugada há muitos anos na rua: 24 de maio, quando a proprietária pediu o imóvel de volta para que um parente lá pudesse residir, o Capitão Homem integro e correto, embora tivesse direitos por ser um inquilino antigo, pediu apenas o tempo suficiente para que pudesse encontrar outro imóvel, grande o bastante para alojar sua pequena prole de 15 (quinze) filhos dentre eles a TECA, dai a sorte agora acompanha seu Edgy, que nunca gostou e nunca comprava jogos de loteria, estava na sua amada Baturité, quando chega um vendedor de bilhetes da loteria estadual ficou insistido para que ele comprasse, de tanta encher o saco (nós diríamos isso) o Capitão jamais, acabou comprando e ganhando o primeiro premio, olha a mão de Deus, trocou o velho e bom jipe por uma kombi que era um pouquinho maior para melhor acomodar toda a família, divide com seus irmãos parte do premio recebido, gratifica o vendedor do bilhete, e guarda o restante para dá entrada na nova casa da família, o destino cruza novamente nossos caminho, meu e da TECA, pois como seu pai à época era gerente da fabrica de papel por trás da igreja de São Gerardo, na Bezerra de Menezes, um funcionário da fabrica sabendo de seu interesse em encontrar uma casa grande lhe informou que havia uma casa de dois andares a venda na parquelândia, próximo de onde eu morava, seu Edgy ao chegar em casa falou a Dona Adelina sobre a casa a venda, ela manifestou a vontade de conhecer casa, pois estava difícil encontrar uma adequada para a família pequena de 15 filhos, mesmo não querendo, o Capitão, resolveu ver o imóvel, pois achava a localização muito distante, pois a antiga era próxima ao centro e ele queria morar na redondeza do antigo endereço, entra ai a mão de Deus, será, Dona ADELINA pessoa muito religiosa no caminho para conhecer o imóvel viu a Igreja Redonda, com era conhecida no bairro, na realidade à Paroquia de Santo Afonso, que ficava a meio quarteirão da casa, se a memoria não me trai a TECA também foi conhecer a casa com seus pais, ao olhar toda a casa, com 5 quartos, 3 banheiro, minha Sogra pessoa bondosa, querida e muito amada por todos, bateu o martelo dizendo “a casa é esta”, o Capitão marido devotado pela esposa, resignou-se, deu a entrada com o dinheiro ganho na loteria, financiou o restante pela Caixa Econômica adquirido o imóvel dos sonhos de Dona ADELINA, um fato pitoresco, a casa era nova ninguém havia morado antes, o ex-proprietário que tinha construído, mas desistiu de lá morar, ao fazer os banheiros, acho que ele era português da gema, pois colocou os aparelhos sanitário dentre do box do chuveiro e o chuveiro vivinho a pia do banheiro, claro que seu EDGY teve que fazer as mudanças necessária.

Em dezembro de 1970, a família Arruda muda-se para a nova residência, o destino entra em ação, os vizinhos da casa em frente, meus tios Raimundo e Eliza, veio em auxilio à nova família para guardam em sua geladeira a comida perecível, dos novos vizinhos, enquanto não chegava o restante da mudança.
Gente nova no bairro chegando, com muitas garotas bonitas, logo a amizade surge nos tornando uma turma, surgi os namoricos, eu muito tímido, por favor, não riam, fui conversa com a ANGELA, não sei exatamente o que lhe disse, mas quando fui lhe dá um beijinho inocente, pois aquela não tínhamos maldade nenhuma, ela quase me bate, desisti logo, ai meus olhares se voltaram para a TECA nascendo dai o amor da adolescência e de uma vida inteira, época das tertúlias para dançar bem agarradinho, das quadrilhas da São João, as idas à praia na AABB, nosso saudoso e famoso bloco de carnaval “OS METRALHAS”, em 1974 fui aos Estados Unidos, estudar por nove meses, na volta houve os encontros e desencontros, servi o Exercito, casei, fui para a Policia Federal, morando no Rio Grande do Sul, depois na Paraíba, tive 4 filhos maravilhosos, TECA também casou e teve 2 filhas também maravilhosas, com quem tive o privilegio tê-las vivendo sob o meu teto.
Em 1984 deixei a PF e vim morar definitivamente em fortaleza, onde no ano de 1989 me separei, TECA também veio a se separar, nos reencontramos voltamos a namorar e vivemos juntos um tempo, tendo à Noemy prima a cumplice, com algumas passagens divertidas, quando a Noemy no opala preto entra na garagem lá de casa atrás de mim e a TECA dentro do carro, a Jane minha cunhada, já fica toda de papo e naquele dia ou no dia seria o aniversario de uma das suas filhas, ela logo as convida para a festa, ó gente alcoviteira. Na festa de ano novo 89/90, em que fui encontra-la no Icaraí, o primo curioso Fana, queria por queria saber quem era aquele cara, que tinha indo se encontrar com sua prima, de lá saímos rumo a Canoa Quebrada, ela só com a roupa do corpo e eu com uma sacola de roupa na mala do carro, inclusive tive que emprestar uma cueca a ela, até comprarmos roupas, biquíni no dia seguite, encontramos o Gouveia, onde surgi à amizade entre eles, naquele mesmo ano fizemos o nosso carnaval em Canoa, com a presença de muito amigo e familiares com a Edna, Gouveia, Isabel, Marcelo, Goretti, Luiz.
Em junho de 1990, fui morar nos Estados Unidos novamente, desta vez para trabalhar, pois com problemas financeiros, fui tentar uma nova vida lá, nos separamos sem saber se um dia poderíamos está juntos de novo, se era um adeus ou somente um até logo, e novamente os Estados Unidos estava nos separando, mas como o futuro pertence sempre a Deus, sigamos adiante.
Em 1994 ainda nos Estados Unidos, o Gouveia meu irmão que também morava lá e muito amigo da Teca sabendo que nós seriamos passar o natal e ano novo, em Los Angeles com ele, a mamãe vindo do Brasil, eu e o Neto meu filho que à época morava comigo que iriamos de Nova Iorque, começo a alcovitar para que ela fosse passar as festas de final de ano com a gente, inclusive argumentou “quem sabe esse mesmo Estados Unidos, que os separou por duas vezes, não ira junta-los para o resto da vida”, TECA foi e lá nos divertimos muito, fomos a Disney, Studio MGM, Las Vegas nessa viagem ela viu neve caído, paramos o carro e nos divertimos um pouco com aquela neve, voltamos a namorar reacendendo a velha e deliciosa “chama do amor”, TECA retorno para o Brasil e eu a Nova Iorque, ficamos nos correspondendo por carta e uma vez por semana falamos pelo telefone, alternávamos as ligações uma semana eu ligava pra ela, na outra ela mim ligava, e acertamos que conversaríamos ao telefone por um certo tempo para as ligações não ficarem muito caras, nossa conversa era sempre pequenina de um hora marcada de relógio, o mais difícil estava no momento de desligar o telefone, pois nenhum dos dois queria ser o primeiro.
Em junho de 1995, voltei para o Brasil (afinal de contas ela tinha indo me buscar nos Estados Unidos, que ela não me ousa, pois ela diria “eu fui visitar meu amigo Gouveia”) e somos morar juntos, passei a trabalhar com ela e o Dondinho, um dos irmãos mais querido por ela, não que os outros não fossem queridos do mesmo jeito, pois TECA estava sempre a postos para ajudar a qualquer pessoa, parentes e amigos, ele em especial o irmão, amigo e sócio, passando eu a ser o cunhado mais querido do Dondinho, ele vai dizer que não mais eu sei que é, até porque em nosso trabalho na Softcolor, antes de minha chegada ele só viajava a trabalho se ela fosse, e eu passei a acompanha-lo nas viajem de trabalho, bons tempos aquele Dondinho, depois veio as dificuldade, para se trabalhar com as Prefeituras e acabamos mudados de ramo, somos trabalhar com a cerimonialista da família a Fátima, que resolveu realmente assumir trabalhar com aquilo que sempre gostou e lhe trazia e traz satisfação e alegria, em realizar os sonhos das pessoas, nos casamentos, aniversario principalmente os de 15 anos, que a deixa em êxtase, Fátima convida a TECA para trabalharem juntas se tornando sócias, e lá vai eu juntos com ela no novo projeto de vida e trabalho, mas para ser a sócia da Fatima, com seu temperamento forte, mandona, só ela que sabe das coisas, tinha que ser a TECA, calma, mais conciliadora, protetora da auxiliares, que era as filhas, as sobrinha, mas está mesmo Fátima briguenta, é uma mulher excepcional, mãe, irmã, tia, cunhada, amiga, que tem um coração enorme, auxiliado a todos com carinho e amor.
No ano de 1998, resolvemos oficializar nossa união, a cerimonia foi na casa de meu pais que veio a se transformou em buffet, lua de mel, o melhor do casamento, igual a nossa nunca tinha visto, uma reca de amigos, indo junto pra lua de mel em Canoa, uma de nossas praias favorita, turma de amigos a maioria familiares, em que passamos todos esses anos alugando casa para o carnaval, e a TECA sempre a frente, na organização, onde tivemos o privilegio de ter conosco em alguns desse carnavais a presença da tia Marlene, hoje juntas no céu olhando por todos nós.
Veio o casamento da Rebeca com o Ivan, festa linda que ela ajudou a filha para que tudo fosse perfeito no dia e foi, logo após no mesmo ano começo a batalha da GUERREIRA, estive ao lado com sempre ela esteve ao meu lado, nunca fui a um medico fazer uma consulta, por mais corriqueira que fosse, TECA estava sempre comigo, isto para mim é cumplicidade do casal que se ama e se respeita, então acompanha-la para mim foi um prazer de poder está sempre ao seu lado, não sou e nunca fui diferente de qualquer pessoa, sempre fiz e faço aquilo que acho certo seguindo sempre o meu coração. Pois quem ama cuida, estes três últimos anos vivemos juntos intensamente, e a TECA durante essa fase mais difícil de nossas vidas foi tratada por mim do mesmo jeito, fomos um casal feliz por termos um ao outro.
Assim dividi com a família e amigos um pouco da historia de nossas vidas, que foi alicerçada no amor, respeito, cumplicidade.
Quero nesse momento gradecer a todos que estiveram conosco na luta pela a vida da TECA, amigos que nos apoiaram com a Vera, a Henritte e o Claudio xará que quando necessário nos deram total apoio na nossa ida ao Rio de Janeiro para tratamento, a fora os momento de lazer em que estivemos com todos os amigos maravilho que lá fizemos, no Rio também aos familiares do Marcelo que se tornaram nossa família, aos amigos e colegas de trabalho de cerimoniais, sempre incríveis no apoio e solidariedade, um obrigado especial a meus colegas e amigo da faculdade de quem recebi apoio e ajuda inclusive nas tarefas escolares, representados na pessoa incrível, de minha grande amiga Marilac, aos professores da FAC que em sua sabedoria, quando necessário foi, dera-me total apoio, a nossos familiares, meus irmãos, os irmãos da TECA, meu pai e minha mãe, os sobrinhos e sobrinhas que nos ajudaram de todas as formas possíveis, não só na parte financeira, mas principalmente na espiritual, nos aparando naqueles momentos mais difíceis.
Nosso agradecimento à equipe medica que acompanhou a TECA, as enfermeiras do ICC e Fujiday, sempre solicitas nesses anos de químio e radio terapia, um muito obrigado especial ao Dr. Markus Gifoni, que esteve sempre ao lado dela, Deus lhe abençoe e ilumine, trazendo-lhe mais e mais sabedoria, para que possa tratar e curar, outras pessoas como a TECA que sofrem com essa doença, obrigado Dr.
Obrigado às sobrinhas Raissa, também afilhada nas lutas judiciais que travamos contra a AMIL, na busca dos melhores tratamentos, a Manuela outra afilhada, pela entrega de cuidados da amada madrinha e tia, juntamente com a Sabrina na formação de fundo financeiro e escala dos plantões no hospital, que não seria possível sem a união, solidariedade e amor da família Arruda. As primas irmãs Isabel e Noemy, abnegadas nos cuidados da sua amada TECA, as irmãs medicas Dra. Cleide e Dra. Ana Margarida, pelos cuidados que dedicaram a ela, encontramos na Cleide o suporte nas horas das duvidas de medicamentos e exames.
Um obrigado especialíssimo, aquele que é meu esteio, Eloísio Gouveia, meu pai que sem a sua ajuda muita coisa não teria conseguido fazer pela TECA como o tempo em que pude está ao lado dela, me apoiando emocionalmente e financeiramente.
TECA que seu exemplo de vida como mulher, esposa, mãe, avô e amiga, sirva de inspiração a homens e mulheres, sabemos que no lugar onda estás, juntos de seus pais, irmãs, seus e meus avós, da minha querida e amada irmã VIVI, estará sempre olhando por nós, agradeço a Deus por ter vivido e convivido com você, tenha a certeza que estamos todos unidos, nossas famílias, os nossos filhos os teus e os meus, os nossos 6 netos e esperando a chegada de mais uma neta, você vai estar sempre em nossas lembranças com muito amor.
MUITO OBRIGADO MESMO DO FUNDO DE MEU CORAÇÃO, À TODOS UM BEIJO NO CORAÇÃO MEU E DA TECA
TECA TE AMO

domingo, 11 de outubro de 2015

NOTA DE FALECIMENTO - MARIA TERESA ARRUDA GOUVEIA

Com imensa dor no meu coração, registro o falecimento de minha irmã, Maria Teresa Arruda Gouveia, ontem, dia 10/10/2015, às 23h35min, no Hospital São Camilo, em Fortleza-CE.
Maria Teresa era a décima filha, dos 15 filhos do casal Miguel Edgy Távora Arruda e Maria Adelina Furtado de Arruda (ambos já falecidos). 
Casada com o Senhor Cláudio Gouveia, Teca, como era carinhosamente chamada por seus familiares e amigos, deixou duas filhas, Rebeca e Raquel, filhas de seu primeiro marido Germano Rocha, e um neto, João Gabriel, filho de Rebeca e Ivan. 














FESTA DE ANIVERSÁRIO
Aquele 8 de dezembro de 1957 foi repleto de emoções! Pela manhã, minha primeira eucaristia e, à tardinha, o aniversário da minha irmã Teca, na ocasião, a caçula.
Depois do encantamento de receber o corpo de Cristo, passei o resto do dia na expectativa daquele novo acontecimento. A mesa já estava vestida, com aquela toalha branca bordada de margaridas gigantes, o que só ocorria em ocasiões muito especiais, quando chegou o bolo confeitado atraindo, como um imã, nossos olhinhos.
Colocado majestosamente no centro, com uma velinha, predizia que a aniversariante estava fazendo um aninho. Naquela ocasião já éramos 10 irmãos, o que era suficiente para comemorar, com muita alegria e algazarra, uma festa de aniversário, mas para maior encantamento, as primas compareceram, além de algumas amiguinhas.
O papai já estava a postos com sua filmadora e máquina fotográfica registrando tudo, como sempre fazia, para a posteridade. A mamãe cuidava dos últimos preparativos para a festa, juntamente com as nossas babás. Além do bolo no centro da mesa, havia os pratinhos com docinho e pirulito, que davam água na boca.
Lúcia, Maninha, Edna, Raimundo Luis, eu, Goretti, Clêide, Fátima, Miguel e a Teca nos braços da mamãe, nossas primas, amiguinhas e nossas babás, nos colocamos em volta daquela mesa para homenagear a aniversariante que, de vestidinho branco, mais parecia uma bonequinha, com os cabelinhos curtos e lisos, bem lisos e pretinhos e os olhos amendoados, já revelando uma beleza, que carrega até hoje, bem diferente da nossa.
O momento mágico da festa foi na hora dos parabéns. Em torno daquele bolo começamos a cantar, fascinados pela magia do fogo da velinha, a música que bate fundo no coração de qualquer criança. “Parabéns pra você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida”. A vela acesa iluminou o brilho nos olhinhos da aniversariante.
Como diz Marcelo Gleiser em seu livro, “A dança do Universo”, o fogo tem uma natureza dual, sendo ao mesmo tempo, perigoso e útil, belo e destruidor, mágico e intangível. Naquele momento, o fogo era útil, belo e mágico e nos encantava com seus tons alaranjados e azulados e sua dança sensual.
Fascinada, observei-o e viajei nas suas cores e no seu ritmo, ao som da musiqueta.
Aquela viagem me pareceu eterna. Fui chamada à realidade, pelo som das palmas de todos nós, comemorando em volta daquela mesa, o aniversário da irmãzinha caçula, que não compreendia, naquele momento, que tinha que apagar a velinha. Logo, sopros de todos os lados surgiram para socorrer a aniversariante e fechar com chave de ouro aquela comemoração.
Só depois de adulta aprendi o quão importante foi o fogo para a sobrevivência de nossa espécie, aqui no planeta terra, e que o mesmo é causado pela liberação de calor por materiais em combustão. Aprendi, também, que foi o grande químico francês, Antoine Laurent de Lavoisier, quem primeiro entendeu que o processo de combustão é resultado de uma combinação química entre o material combustível e o oxigênio. Sem oxigênio, materiais não queimam, provou Lavoisier.
Os dias dos nossos natalícios eram momentos relevantes nas nossas vidas, durante a infância. A nossa alegria naquele fim de tarde foi redobrada, pois a ternura do encantamento que nos invadiu, como que compensava o fato da Teca ainda não compreender bem, toda aquela alegria e magia que tanto nos enlevava.
Os votos de muitas felicidades e muitos anos de vida, que generosamente a ofertamos, foram concretizados e ela os desfruta até os dias de hoje para a alegria daqueles que a amam.
São Paulo, 8 de Janeiro de 2004. Ana Margarida Furtado Arruda Rosemberg.



quarta-feira, 7 de outubro de 2015

NOTA DE FALECIMENTO - PROFA. MARIA AUXILIADORA DIAS GUZZO (LILIA)

Profa. Maria Auxiliadora Dias Guzzo

Faleceu ontem, 06/10/2015, na cidade de São Paulo, a Professora Maria Auxiliadora Dias Guzzo.
Nascida no dia 07 de Agosto de 1946, a Professora Lilia, como era carinhosamente chamada por todos, foi docente da PUC-SP entre 1985 e 2006. A partir de 2006 foi professora convidada da Coordenadoria Geral de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão da PUC-SP  (COGEAE).
Seu sepultamento ocorreu na manhã de hoje, 07/10/2015, no Cemitério de Congonhas, na zona sul de São Paulo.
Nossos votos de solidariedade e pesar aos familiares e amigos da Profa. Lilia, que partiu deixando SAUDADE ETERNA e grande legado para a faculdade de História da PUC-SP. 


O texto abaixo foi extraído do link:
 http://www.universidadefalada.com.br/autor/maria-auxiliadora-dias-guzzo

Maria Auxiliadora Dias Guzzo nasceu na cidade de São Paulo, onde fez seus estudos e se graduou em História pela USP em 1970.

É mestre em História pela UNICAMP, na área de História Social.

Durante vinte anos, 1985-2005, foi professora do Departamento de História da PUC-SP, ministrando disciplinas na área de Teoria da História e História do Brasil.

Atualmente é professora colaboradora do lato sensu em História, História, Sociedade E Cultura, do Departamento de História, Faculdade de Ciências Sociais, PUC/SP.

É autora de várias pesquisas sobre temas de História do Brasil.

Maria Auxiliadora Dias Guzzo , ou Lilía como é conhecida, tem quatro livros publicados:

• A vida fora das fábricas - Cotidiano operário em São Paulo 1920-1934 ( Paz E Terra, 1987 ),
• Cotidiano de trabalhadores na República - São Paulo- 1889/1940 ( Brasiliense, 1990),
• Indústria, Trabalho E Cotidiano - Brasil - 1889 a 1930 ( Atual, 1991; 18a. edição ) e
• SILVA JARDIM - Política, Economia, Questão Social, Abolicionismo, Racismo ( Ícone editora, 2003 ).

Em 2005, junto com outros autores, fez parte de projeto do Museu da Casa Brasileira, que produziu como um de seus resultados o CDROM Equipamentos da Casa Brasileira - Usos e Costumes - Arquivo Ernani Silva Bruno, destinado aos professores e estudantes da rede
pública estadual.

Entre 1982 e 1995 foi historiadora do Condephaat - Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

DOCUMENTÁRIO "Chico – Artista Brasileiro", de Miguel Faria Jr.

Abrindo o Festival de Cinema do Rio de Janeiro, estreia, hoje (01/10/2015), o documentário de Miguel Faria Junior. "Chico-Artista Brasileiro"
Para quem, como eu, acompanhou a vida do Chico Buarque e teve a própria vida embalada pelas canções dele, é uma emoção saber que a vida do Chico  está retratada neste documentário. Emoção maior é saber que ele é petista e que não tem nenhum problema em declarar isto.






Abaixo, link para a reportagem do Fantástico, set de 2015. http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2015/09/documentario-sobre-chico-buarque-abre-festival-de-cinema-do-rio.html

Abaixo, trecho de uma entrevista que o Chico concedeu ao Jornal "El País", 25/05/2015.

P. O senhor sempre teve uma posição política clara e explícita. Se opôs à ditadura e apoiou Lula e Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores.
R. Sempre me perguntam quando há eleições. Eu tomo partido e não tenho qualquer problema em declarar isso. Sempre apoiei o PT, agora a Dilma Rousseff e antes o Lula. Apesar de não ser membro do partido, de ter minhas desavenças e de votar em outros candidatos e outros partidos em eleições locais. Mas sempre soube que o problema deste país é a miséria, a desigualdade. O PT não resolveu tudo, mas conseguiu atenuar. Isso é inegável. O PT tem melhorado as condições de vida da população mais pobre.