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domingo, 19 de julho de 2015

POR: DENICE TEIXEIRA - APRECIAÇÃO DO LIVRO "CONFISSÕES DE AMOR"

Denice Teixeira
                                                                                                                                                 


Ana, quando fui duas semanas atrás a Fortaleza, tive oportunidade de ler seu livro (e do Dr. Rosemberg). Comecei a leitura às 21:30h e ao concluir, achei que seriam umas 22:30, para minha surpresa já era mais de meia noite, eu havia "viajado" através dessa narrativa romântica, de autênticas emoções, e não senti o tempo passar. 

Minhas conclusões: 

Amor, terra sem fronteiras

Livre de conceitos pré concebidos
Não tem tempo
Não se comporta em espaço limitado
É terra fértil, semeada pela mais resistente semente
E regada pela água mais cristalina e pura
E se nutre de substâncias impensadas, intocáveis e imperecíveis. 
                                              Abraços  Denice 20/06/2015

sexta-feira, 10 de julho de 2015

VÍDEOS AULA ACM - HUYGENS 08.07.2015

ACONTECEU NO DIA 08.07.2015, QUARTA-FEIRA, MAIS UMA REUNIÃO DA ACM COM UMA MAGNÍFICA APRESENTAÇÃO DO DR. HUYGENS. ABAIXO, NA ÍNTEGRA, SUA APRESENTAÇÃO.


POR: JOÃO EDUARDO CORTEZ - DIGRESSÃO SOBRE CONFISSÕES DE AMOR

Dr. João Eduardo Cortez


Um hino ao amor? Respeitando alguma assertiva já feita, considero insuficiente para dizer tudo sobre o livro Confissões de Amor, trazido a público pela Dra. Ana Margarida Arruda Rosenberg. Não obstante a bela canção da maior diva da canção francesa Edith Piaf, "Um hino ao amor" embebe-se na dimensão do afeto individual, sem pretensão de irradiar outras cogitações sobre a grande busca humana, que sempre coloca a questão da liberdade. Jean Paul Sartre e Simone de Beauvoir, expoentes da produção teórica filosófica e literária, que influenciaram gerações, movimentos sociais e políticos em todo um mundo, não ousaram a "entrega plena" na relação afetiva. Colocada a questão da liberdade, consideraram que compartilhar em plenitude o cotidiano na vivência do afeto, poderia resultar em "perdas" na seara da autonomia e da subjetividade. Temos porém, também dois intelectuais e assim afeitos ao universo da razão pura, mas que com coragem inocularam a razão sensível em sua relação e o fizeram com "entrega plena", segundo documenta e mostra o importante Confissões de Amor. Importante sim, porque erode o senso comum do vazio atual, de que a entrega total na relação de afeto mutila a autonomia individual, temor infundado e talvez o grande entrave para a verdadeira liberdade. Intensidade, como o afeto dos Drs. José Rosemberg e Ana Margarida Furtado Arruda Rosemberg, integram o núcleo do "ser" e portanto confere significado à existência humana, justamente o que carece esta época pós-moderna, a determinar nauseante dor existencial. A essência só tem expressão através do intenso ou profundo, qualidade destacada até Nas Escrituras Sagradas, mais precisamente no Evangelho de João que assevera: "Deus vomitará os mornos". Merecidas homenagens a esse "verdadeiro" casal, que ousou e realizou o essencial do afeto. Saudações humanas. 
João Eduardo Cortez.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

FESTA SURPRESA PARA ANA MARGARIDA (7/7) - ORGANIZADA PELA LIANA

MINHA POSTAGEM NO FACE



Aos meus queridos (as) amigos (as) do FACE

Passo aqui para fazer um agradecimento a todos que me enviaram votos de FELIZ ANIVERSÁRIO! Vocês conseguiram iluminar o meu dia com imagens e palavras carinhosas e amigas. Agradeço, portanto, bastante sensibilizada, as manifestações de carinho e apreço que me dispensaram. O dia de nosso aniversário, além de ser de comemorações, deve ser um dia de reflexão. Deve ser um dia para revermos nossas trajetórias aqui no Planeta Terra e avaliarmos se estamos realmente contribuindo para um Mundo mais justo e mais solidário! abraços

PS.: um agradecimento aos meus filhos e, especialmente, à Liana que, pelo terceiro ano seguido, consegue fazer uma festa surpresa sem que eu nada perceba. Ou eu sou muito burra ou ela é muita esperta.



65 ANOS DE ANA MARGARIDA











POR: LEONARDO BOFF - NA GRÉCIA A DIGNIDADE VENCEU À COBIÇA