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sábado, 18 de abril de 2015

POR: ANTONIO MOURÃO CAVALCANTE - CALMA CAMARADA

Publicada no Jornal "O POVO"
18/04/2015
O clima que ensejou o suicídio de Vargas guarda muita semelhança com o momento atual. Os historiadores da época relatam a pressão que sofria o caudilho. Nada havia diretamente contra ele. Mas, um “mar de lama” sujava toda a República. E, óbvio, o alvo era o “ velhinho”. O grande opositor, Carlos Lacerda, qual os opositores de hoje, vociferavam ameaças e acusações. A grande imprensa alardeava as manchetes de corrupção e desvario em todos os sentidos da vida pública. Não tinha saída. Ou renúncia. Ou deposição. Por mais que a fidelidade fosse repetida por altas patentes das Forças Armadas.
Hoje os militares parecem mais calados. Amadureceram ou perderam a importância? A guerra fria acabou e nem falam mais em comunismo. E, aprendi, igualmente nos compêndios de História, que: não é bom quando um governo se mostra acuado. A mídia não tem dado trégua. A impressão é que amanhã de manhã, teremos um novo governo. Chefiado, nem sei por quem! Mas, para os que querem a queda, pouco importa o lance seguinte: o importante é derrubar! A quem interessa esse clima? Claro que a nação não pode compactuar com o desmando e a corrupção. Mas, isso requer – por sermos nação democrática – todo procedimento formal, ditado pelas próprias leis. Não pode ser condenação sumária, sem que tudo esteja devidamente explicado.
Há ânsia, quase irresponsável – ajuste de contas? - para com os detentores do poder, como se essa fosse a primeira vez que tal acontece no Brasil. Na intenção de punir, qualquer um serve como bode expiatório. No caso, Dilma, Lula e o PT. Tanto o Governo Federal, quanto o PT parecem acuados, aguardando que algum milagre aconteça. Estão apáticos. Estão indecisos. Medrosos.
Essa conduta reforça o ímpeto da oposição que parece se tornar mais petulante, arrogante e assuntadora. Sem ter méritos, sem história que os legitime. Esse o grande gargalo: não temos alternativa. Com Bolsanaro? Eduardo Cunha? Com PSDB, Aécio e companhia? Ou o macabro PMDB com seus conhecidos saqueadores? Os homens de bem desse país, os que professam crença socialista e mesmo os democratas não podem assistir a desconstrução da democracia que nos custou tanto. Devemos resistir e dizer bem claro: não é assim. Não será assim!
Antonio Mourão Cavalcante
Médico e antropólogo. Professor universitário

quinta-feira, 16 de abril de 2015

POR: JANIO FREITAS - É ISTO

 
Publicado no Folha de São Paulo - 16/04/2015

Três aspectos distintos, embora factualmente conexos, destacam-se na situação complexa que a prisão do tesoureiro do PT veio tornar mais tóxica.
Sem ordem de importância, um dos aspectos pode começar como contestação ao líder do PT na Câmara, Sibá Machado, segundo o qual João Vaccari Neto foi vítima de uma "prisão política". Política, e de péssima política, é a ideia exposta por Sibá. O PT está sufocado por acusações de diferentes fontes e igual gravidade, na confusa Operação Lava Jato. Chegou a tal situação sem dar às acusações uma resposta enfática, pelo teor e pela firmeza.
Talvez o PT não pudesse dar resposta objetiva às acusações porque os condutores da inquirição não divulgam o contexto completo dos depoimentos, mas só as suas violações dirigidas do alegado segredo de justiça. A resposta moral e institucional, porém, o PT não a deu por temor ou, ao que parece menos provável, por falta de iniciativa. O resultado é o mesmo: o PT não se faz merecedor de dúvida, quanto mais de confiança, pelo menos até que os possíveis acertos e erros da Lava Jato enfrentem os crivos do conhecimento público e, nele, os especialistas em Direito.
Um outro aspecto é o da animação oposicionista, em especial no PSDB, com a presumida contribuição para o impeachment dada pela prisão de Vaccari. O impeachment, em resumo, é a possibilidade aberta pela Constituição para destituir o governante por crime de responsabilidade. Para iniciar o processo de destituição é necessária, portanto, a precedência do ato ou de indícios com seriedade para serem investigados e avaliados.
Não é o que o PSDB quer. Ao iniciar reuniões com policiais e advogados, além de jornalistas, para descobrir alegações que possam pretextar uma campanha pró-impeachment, esses oposicionistas atestaram que o seu objetivo não é a defesa da legalidade, ou da moralidade administrativa, ou das instituições democráticas. Sua prática é leviana e seu objetivo é ferir de morte o adversário odiado. Dois indícios de má-fé e ação contra o Estado de Direito.
Entre os desdobramentos que a Lava Jato pode produzir está o de comprometer o governo e a própria Dilma Rousseff, por improvável que isso seja. Sem tal eventualidade, porém, os passíveis de crime contra a ordem democrática, nos termos da Constituição, são os que se organizam para fomentar a ruptura da legalidade institucional que tanto custou a este país.
Por fim, não só a prisão de Vaccari, mas tudo na Lava Jato que envolva partido envolve, também, eleições. As últimas, e as anteriores, e ainda as de antes, todas iguais: eleições brasileiras são uma grande hipocrisia.
Raríssimas são as doações financeiras de empresas, como as da Natura, e de empresários, como as de Neca Setúbal, que provêm de convicções ou simpatia, não de interesse. Em proporção semelhante, raríssimos são os políticos profissionais que não tomam "doações" e as embolsam em parte, senão no todo.
Candidato endinheirado a suplente de senador é aposta fácil sobre seu compromisso de pagar toda a campanha, e, apesar disso, com o titular da chapa tomando doações para embolsá-las. Casos assim são muito conhecidos, por isso a oposição não olha para dentro de si mesma. Comprador de fazenda, aliás, com valores falsos na escritura, logo depois de eleição presidencial nos anos 90, não seria notícia nova para os oposicionistas atuais.
Os bens da grande maioria de políticos profissionais são notoriamente incompatíveis com seus ganhos, ainda que lhes somando aposentadorias e outros ganhos conhecidos. Se fosse mesmo para defender a moralidade, bastaria confrontar ganhos e patrimônio. Se não é, restam a falsa moralidade e a hipocrisia.

sábado, 11 de abril de 2015

POR: JORGE IBRAIN SALLUH - IN MEMORIAM - AFFONSO BERARDINELLI TARANTINO

J Bras Pneumol. 2014 Sep-Oct; 40(5): 453–454.

Affonso Berardinelli Tarantino

In memoriam - Affonso Berardinelli Tarantino
                     Por: Jorge Ibrain de Figueira Salluh, Professor

"Il padre é il maestro, e colui che plasma la nostra mente". Dispostas de modo despretensioso e, ao mesmo tempo, amplamente visíveis, essas palavras escritas na parede da sala de aula do curso de pneumologia da faculdade de medicina não deixavam margem a dúvidas. Mais do que pneumologia, os alunos teriam a oportunidade de estar imersos em aulas onde se respiravam cultura e humanidade.
Affonso Berardinelli Tarantino foi o mestre de muitos, não somente porque foi um clássico Professor (com maiúscula) e porque tinha clara vocação natural para a docência, aliados a uma imensa cultura médica. Mas especialmente porque toda sua erudição fluía com uma comunicação simples e eficiente. Assim, foram seus alunos todos aqueles que conviveram com ele, mesmo se por breves períodos.
Nascido em São José dos Campos, no Vale do Paraíba, em 1915, Affonso Tarantino atravessou quase um século absorvendo e difundindo o conhecimento em pneumologia e tisiologia. Tarantino, ainda na primeira metade do século passado, complementou a sua formação no prestigioso Instituto Forlanini na Itália, onde se estudava e se praticava a fronteira do conhecimento em tisiologia com os métodos então desenvolvidos por Monaldi e Carlo Forlanini. De volta ao Brasil, Affonso Tarantino dedicou-se à docência e à clínica na cidade do Rio de janeiro, mas foi essencialmente através dos livros que, nas últimas quatro décadas, pode desaguar seu imenso conhecimento. O hoje clássico "Doenças Pulmonares"(  ) era um espelho fiel do seu autor maior e editor. Reunia um time de estrelas da pneumologia de diversos estados brasileiros (queridos amigos do mestre) e tinha como característica marcante ser minucioso e profundo sem nunca se dissociar de um discurso prático. Tarantino gostava de dizer que tinha que poder sempre falar ao médico do interior do país. E assim construiu seis edições onipresentes nas bibliotecas das grandes universidades, nas salas de estudos de alunos e nos consultórios por todo país. Referências ubíquas para os estudiosos de doenças do sistema respiratório.
Tarantino colaborou e editou diversos livros médicos nos quais imprimiu a sua marca. Foi essencialmente um tisiologista, mas foi grande estudioso das pneumonias e também da sarcoidose, essa última tema de sua livre-docência. Pôde ainda nos brindar com suas reflexões e sua visão privilegiada e generosa do mundo em livros como "Repetrechos",(  ) onde cada página permite, a um olhar atento, decifrar um pouco mais do mestre e do ser humano magnífico que era.
Por isso tudo, sinto-me ao mesmo tempo incumbido desta missão, mas incapaz de fazer um necrológio a altura desse homem e professor com quem tive o imenso privilégio de conviver por mais de vinte anos. Meu mestre, meu padrinho e que me fez trilhar por esta especialidade.
Certo é que em seu século de vida, Affonso Tarantino foi um homem moderno e desconheceu os limites do tempo, teve mais discípulos do que simplesmente alunos, e, com sua partida nesse mês de julho, ficamos todos mais pobres. Entre nós ficam as lições, os livros e a história. Fica também uma reflexão que, de alguma forma, nos ajuda a explicar a vida e seus caminhos tortuosos. Essa vem de uma das maiores paixões de Affonso Tarantino: a ópera. Assim, nas palavras da "Recondita Armonia" da Tosca de Puccini: "L'arte nel suo mistero le diverse bellezze insiem confond" (A arte no seu mistério combina entre si as diferentes belezas). Beleza que também se manifesta, de alguma forma, nas lembranças mescladas às imensas saudades que deixa.

    Articles from Jornal Brasileiro de Pneumologia are provided here courtesy of Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (Brazilian Thoracic Society)

    quinta-feira, 9 de abril de 2015

    POR: VANDA FURTADO - EDNA, QUERIDA! - 06/04/2015

    Edna e Vanda
    Homenagem da tia e amiga Vanda Furtado, por ocasião da Missa de 7º dia da Edna, realizada na capela do Colégio Santo Inácio, Fortaleza-CE, 06/04/2015.

    Edna querida!

                Começou há muito tempo atrás!...
                Eram três as bolotas, mas a que deu origem a essa alcunha, foi você!       Lembra? Estudávamos no mesmo Colégio, e muitas vezes, vocês nos  ofereciam  carona, no Jeep de seu pai. Apertando-nos nos bancos laterais, que ficavam atrás, no veículo. Morávamos na mesma rua. Nossas mães, eram colegas de trabalho. E a sua, foi minha professora de Biblioteca, na Seção A, do Grupo Escolar Mons. Manoel Cândido.
               Meu pai  era grande admirador de sua família e discursou nos palanques para a eleição e reeleição do Capitão Edggy, seu pai, como prefeito da cidade! E assim nossas vidas foram sempre muito cruzadas, não obstante a diferença de idade.
               E lá vinha você, pela calçada, com ar de filósofa, lentamente! Sempre sorrindo, às vezes cheirando à comida, outras com um gostoso beef preso na pequena mão, levando-o à boca, de  vez em quando. E o suco daquela carne a escorrer pelo bracinho, era algo muito próprio de você!
                O banho no tanque da casa de minha mãe, aos sábados. As brincadeiras de roda, de casinha, de pular corda, de berlinda, nas calçadas da Rua Sete. Os guisados nas panelinha de barro em cima de uma trempe, feita te tijolos sobrepostos, no fundo do quintal da minha casa, na nossa querida Baturité!
                Depois, vieram os teatros, as ciganas, as quadrilhas.
    Em todas esses acontecimentos, vocês, já não tão bolotinhas, estavam lá! Mas, quando as primas de Fortaleza chegavam em férias... aí... éramos relegadas ao esquecimento! E, apenas lamentávamos, pois éramos intensamente ligadas a vocês e sentíamos tanto, que ficávamos tristes! Porém, eram tão pequenas... assim como nossas irmãs caçulas! E, tudo voltava ao normal, com o retorno das primas para suas origens. E os rostinhos mesclados de riso e remorso, retornavam, certos de que seriam novamente aceitos entre nós! E vinha o abraço!
                Fomos crescendo! E ficávamos extasiadas com as seções de hipnotismo, realizadas por seu “Tio Joãozinho”. Só não contávamos, àquela hora, com a grande metamorfose que aconteceria em nossas vidas: de amigas passaríamos a parentas, de companheiras a tia e sobrinha..
                E você continuava sorrindo, pois esta era a marca de sua personalidade. A nota estampada de sua felicidade!
                A vida, no entanto, continuou a nos querer mais próximas. Agora, como partes integrantes das Comunidades Nossa Senhora da Esperança. Em que foi peça muito importante, fundamental, dessa Equipe! Com todas as suas limitações, nunca se negou a colaborar, a propagar o Movimento, inclusive enriquecendo o grupo com mais participantes. E de mãos estendidas, dispunha-se sempre a ajudar. Inclusive emprestando a própria casa para a Reunião, àquelas que não tinham condição de fazê-lo. Você foi aquela nota alegre e feliz orquestrada no nosso grupo, na nossa Comunidade!
               Rogue a Deus por nós. Pelas CNSE.  E por mim como amiga, como companheira, como parente, e como tia que muito a ama!

                                                                                         Vanda

     Edna sentada com um pandeiro, na frente, e Vanda a do meio com acordeon,  atrás. Baturité-CE - Final da década de 1950


    Edna na frente com um pandeiro e Vanda com um acordeon à direita

    Baturité-CE - Final da década de 1950

    terça-feira, 7 de abril de 2015

    PESAR POR EDNA - 06/04/2015

    Edna e Ana Margarida

    “Sou uma cearense otimista, alegre e extrovertida. Adoro fazer amizades com pessoas inteligentes, cultas e sinceras. Gosto de viagens, músicas, dança, leitura, cinema, línguas estrangeiras e televisão. Meus filmes favoritos: E o vento levou, Um homem e uma mulher, Casablanca, Candelabro italiano, Em algum lugar do passado e Assim caminha a humanidade. As músicas que mais gosto: Ave Maria de Gounod, La vie en rose, Detalhes, Garota de Ipanema, músicas italinas, músicas do Chico Buarque e Ivan Lins. Gosto dos livros da Agatha Christie, Maria Antonieta de Stefan Zweig, Os Miseráveis de Victor Hugo e outros”.

    Com este perfil, a Edna criou, com a minha ajuda, o seu blog, em  janeiro de 2012, batizando-o de “FELIZ CAMINHADA”.
    Apesar de todos os percalços da vida e das limitações de uma saúde frágil, ela foi feliz em sua caminhada terrena de 67 anos, mostrando-nos que a felicidade está dentro de nós e nas coisas simples da vida.
    Alegre e otimista, a Edna colecionou inúmeras amigas e amigos, conquistou primas, primos, tias, tios, sobrinhas, sobrinhos, irmãs, irmãos, afilhados e seus médicos, principalmente o Dr. Barbosa.
    Sua missão foi cuidar com desvelo de nossos pais. E nesta tarefa ela grangeou o reconhecimento e a gratidão perene dos 14 irmãos.
    A Edna viajou, namorou, dançou, sorriu, superou todas as limitações físicas e saboreou a vida. Fervorosa, partilhou com a Clêide, com quem tinha uma forte ligação afetiva, uma existência voltada para Deus.   
    O que mais posso dizer de uma irmã que foi amiga e confidente?
    Pela minha pena e meu olhar de fotógrafa amadora, dividi com ela “a minha Paris adorada”. Juntas passeamos pelos boulevares, jardins e  museus parisienses. Juntas penetramos no Louvre e apreciamos obras de arte imorredouras como: Monalisa, Vênus de Milo, Vitória de Samotrácia, A liberdade guiando o povo, o Código de Amurabi e tantas outras maravilhas da arte humana. Juntas apreciamos as madonas que povoam o Louvre. Juntas curtimos a língua francesa e cantamos sua música predileta “La vie en Rose”. E juntas, ainda, curtimos os vídeos que fazíamos para cada irmão nas datas natalícias.

    Em 2002, durante alguns dias que passou conosco em São Paulo, o  Rosemberg dedicou-lhe a seguinte poesia:  

    UM CONSELHO IRMÃO

    A vida possui dois braços,
    Um sombrio com sofrimentos e fracassos,
    Outro exuberante de amor e serenidade,
    Inundando-nos de pura felicidade.
    Saibamos desses desígnios entrelaçados escolher os melhores predicados.
    Entreguemo-nos inteiramente ao amor,
    Pois, só assim, a existência tem sabor e supera as decepções e a dor.
    Então, Edna, sonhadora eterna, aceite essa mensagem fraterna:
    Viva a vida com todas as sabedorias, sufocando as tristezas, usufruindo as alegrias.


    Edna, feliz foi tua caminhada. Dedicaste a todos amor e compreensão. Semeaste a paz entre a nossa família. Foi por estes e outros dons que o Senhor te conduziu ao paraíso. Em nossos corações restarão a saudade eterna, teu exemplo e a chama do teu amor.
    Descanse em paz!

    Ana Margarida Arruda Rosemberg

     

    quinta-feira, 2 de abril de 2015

    MENSAGEM DA NÚBIA E AUGUSTO PARA A EDNA


    Ana, Núbia e Edna
     
    Mensagem de Núbia e Augusto

    Cara Prima Edna

    Enquanto entregamos seu corpo ao aconchego da terra, para que ela processe, com o tempo, a metamorfose de transformá-lo em pó, em cumprimento das escrituras; rogamos ao divino que receba seu espírito na Corte Celestial, em recompensa aos seus atributos de vida cristã, assim como pelo seu exemplo de sofrimento, resignação e solidariedade de filha, irmã e amiga, nesta jornada terrena.

    quarta-feira, 1 de abril de 2015

    POR: NOEMY ARRUDA - QUERIDA EDNA MIMOSA

    Noemy e Edna


    Querida Edna Mimosa,

    Eu estava aqui em casa e de repente me peguei lembrando, foram dias tão bacanas e especiais que passamos juntas.
    Se pudesse inventar uma máquina do tempo.
    Sei que sempre pude contar contigo em todos os momentos, sempre falando de nossos sonhos. Com esse seu jeito único, sempre alegre e extrovertida e essa amizade que ultrapassa os laços de sangue. Sempre soube me ouvir e dizer o que eu precisava ouvir para continuar seguindo, ai prima, Se ao menos estivesse aqui perto, Queria tanto abraçá-la e dizer o quanto sua existência é importante e que eu te amo minha irmã Mimosa.
    Descanse em Paz na casa do PAI ETERNO!




  • Bene Valderi Meus sentimento. Muito lindo a amizades de vocês!

  • Fabio Alves Meus sentimentos.

  • Mena Arruda Vitrier Noemy Arruda prima sei o que esta passando porque também estou sentido essa mesma dor. Perder nossa querida Edna Arruda que amamos tanto é muito dificil de acrfeditar e de se consolar

  • Viviane BM No que deus conforte toda famili

  • Guimarães Jô Poxa, que triste Noemy.... lamento muito!!

  • Denise Sousa Meus sentimentos, que Deus te conforte neste momento de dor, um abraço.

  • Lucineide Carvalho Nogueira Meus sentimentos prima.Paz a todos da família.

  • Paulo Moraes meus sinceros sentimentos Noemy. Fica com Deus

  • Ana Margarida Arruda Rosemberg

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  • Prima querida, sinto muito pela mimosa. Acalme seu coração. Deus é quem determina o nosso tempo aqui. Fica com Deus. Te amo!