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sábado, 14 de junho de 2014

ROSE, NOSSO AMOR TRANSCENDE O TEMPO E O ESPACO.

                                      
                                          EROS E PSIQUÊ


Antonio Canova (1757-1822), escultor italiano, eternizou no mármore a personagem mitológica grega, Psiquê. Duas primorosas esculturas, "Psyché ranimée par le baiser de L'Amour" e "L'Amour et Psyché", estão no Museu do Louvre, em Paris, na Ala Denon, Galeria Michelângelo, encantando os turistas do Mundo inteiro e eternizando o amor de Eros e Psiquê.  
Psiquê, cujo o mito é narrado no livro O Asno de Ouro de Apuleio,  era uma bela mortal por quem Eros, o deus do amor, ficou perdidamente apaixonado. Sua paixão despertou a fúria de sua mãe, Afrodite, deusa da beleza e do amor, que mandou seu filho atingir Psiquê com suas flechas, fazendo-a se apaixonar por um ser monstruoso. 
Porém, ao contrário do esperado, Eros acabou se apaixonando por Psiquê. Depois de perder a confiança de Eros, por ter seguido os conselhos de suas irmãs invejosas, Psiquê vai reconquistá-lo. Para isto, ela enfrenta quatro trabalhos que Afrodite lhe dá. No final, Psiquê cai em sono profundo e Eros vai socorrê-la.  Implorando a intervenção de Zeus, Eros consegue que Afrodite aceite o seu amor. Hermes  leva Psiquê à Assembleia celestial e ela se torna imortal. Finalmente, Psiquê se une a Eros e o fruto do amor foi uma filha, chamada de Prazer. Em grego "psiquê" significa tanto "borboleta" como "alma". A borboleta é uma alegoria a imortalidade da alma, que depois de uma vida rastejante como lagarta torna-se um belo aspecto da primavera. 

Ana Margarida Arruda Rosemberg
Paris, 12 de Junho de 2014.

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